Confira!


Quem mais aqui sentiu falta da coluna Conhecendo minha estante? Eu senti! Foi por isso que nos últimos dias tratei de ir fotografando mais um livro para mostrar a vocês, e aqui está o post.
Para quem ainda não sabe, Conhecendo minha estante é uma coluna criada há alguns meses aqui no blog, na qual eu falo sobre algumas peculiaridades em livros que possuo. Isso quer dizer que vou contar para vocês a minha história com determinados livros, sem levar muito em conta o conteúdo deles.
A ideia é ser uma coluna leve e divertida, com várias fotos e pouco texto, Para entender melhor, visite os posts antigos:


E agora, vamos ao livro de hoje, que foi um dos primeiros da minha coleção: Não conte a ninguém, de Harlan Coben.



O último conhecendo minha estante aqui no blog aconteceu há mais de um mês. Eu já estava com saudade dessa coluna fofinha que foi criada há pouco tempo, e que talvez você não conheça. O principal objetivo aqui é falar de livros com os quais eu tenho histórias peculiares. Seja a forma como adquiri, o motivo pelo qual decidi ler, ou alguma característica específica do livro... Como já expliquei antes, não vou falar das histórias que esses livros contam, e sim da minha história com cada um deles.
Você pode conferir os livros anteriores, que foram:


E hoje, diferente dos posts antigos, não vamos falar de um livro só, mas de uma série inteira. Só te peço uma coisa: Não entre em pânico!



Olá a todos. Preparados para mais um conhecendo minha estante? Essa é uma nova coluna no blog, onde eu falo um pouco sobre alguns livros com os quais eu tenho uma história curiosa ou peculiar. O objetivo não é falar do livro em si e do seu conteúdo, mas sim da relação que eu tenho com tais livros. Esse é o terceiro post da coluna, e você pode visitar os anteriores:



De vez em quando, você quer assistir a algum desenho animado, brincar no pula-pula em uma festa infantil, ou fazer alguma outra coisa que seus pais ou seus amigos dizem que você já não tem mais idade para fazer, não é mesmo? E imagino que mesmo assim, você teima em fazer aquilo todos dizem que já está grandinho(a) demais para fazer... Adivinhem? Eu também!
Um dos livros da minha estante está definitivamente fora da minha faixa etária... E não estou falando daqueles livros infantis que nós adultos (ou adolescentes) gostamos de ler, e nem de um livro que eu tive quando criança e fiquei conservando enquanto crescia por causa do valor sentimental. Aqui, falarei de um livro para criancinhas, que ganhei quando já estava bem velha para ele!



Olá, loucos por leitura!
Decidi criar uma nova coluna aqui no blog, onde mostrarei para vocês alguns itens curiosos da minha estante. Não vou estabelecer um período correto para esse tipo de post. Eles serão realmente bem aleatórios, e a única regra será mesmo ir apresentando aos poucos alguns dos meus livros. Mas diferente de uma indicação ou resenha, eu não vou falar do conteúdo do livro, e sim de algumas características que fazem com que ele seja diferente dos outros.
Estou começando essa coluna hoje, e o livro que escolhi para o post é um caso curioso que eu já quis mostrar em um vídeo, mas sempre ficava adiando. Como o blog tem muito mais visitas que o canal, decidi apresentá-lo por aqui mesmo. Até porque, a câmera do meu celular novo vem ajudando muito na hora de tirar fotos para os posts e o Instagram.
Esse post estará cheio de imagens, então lembre-se de clicar por cima de qualquer uma delas para ampliá-las.

Fazendo algumas pesquisas sobre escritores consagrados da literatura mundial, acabei descobrindo algumas coisas bem interessantes (ou não) sobre alguns deles. Achei legal fazer um post compartilhando com vocês. Talvez vocês já saibam de alguns dos fatos que vou contar aqui abaixo, ou talvez nunca tenham suspeitado. E aqui vamos nós:




Coisas que você não sabia sobre autores de clássicos da literatura mundial:


1- Vários nomes, uma só identidade:
William Shakespeare (1564-1616), conhecido com o poeta nacional da Inglaterra, e mundialmente famoso por seus sonetos e peças de teatro (Hamlet, Otelo, Romeu e Julieta) viveu em uma época em que a ortografia da Língua Inglesa não era ainda fixa e uniforme, isto é, as regras de como as palavras deveriam ser escritas ainda não existiam, ou ainda não eram bem definidas.
Por isso, o nome do poeta e dramaturgo que conhecemos como William Shakespeare aparece escrito em documentos de várias formas diferentes. Algumas dessas variações são: "Shakspere", "Shaksper" e "Shake-speare".





2- Homossexualidade era crime no século XIX:
Em 1895, cinco anos depois de ter publicado a primeira versão de seu famoso romance O Retrato de Dorian Gray (1890), o escritor Oscar Wilde (1854-1900) enfrentou três julgamentos e foi condenado a dois anos de prisão com trabalhos forçados por "cometer atos imorais com outros rapazes". Quem o acusava era um nobre chamado John Solto Douglas, o Marquês de Queensberry, pai do poeta Alfred Douglas, de quem Wilde seria amante. Durante seu período de prisão, Wilde escreveu uma longa carta a Alfred Douglas (também conhecido pelo apelido "Bosie"), que foi publicada no livro De Profundis.


3- Fim de semana em Genebra deu origem ao monstro de Frankenstein:

Mary Shelley em retrato de
Rothwell
Em 1816, Mary Shelley passou o verão numa casa alugada próximo ao Lago de Genebra, na Suíça, acompanhada por seu marido Percy Shelley, seu filho e sua meio-irmã Claire Clairmont. No mesmo mês, o poeta Lord Byron (famoso adepto do Romantismo) juntou-se a eles, acompanhado por seu jovem médico John Willian Polidori (autor do conto O Vampiro). Chovia muito, e o grupo estava confinado dentro da casa, fato que Mary Shelley chegou a registrar em seu diário, anos depois. Lendo e contando histórias de terror para passar o tempo, surgiu o desafio de cada um escrever sua própria história de monstros e fantasmas. Em 1818, Shelley publicava Frankenstein ou o Prometeu Moderno, que no início deveria ser apenas uma história curta, mas acabou evoluindo para um romance, graças ao incentivo de Percy.





4- Primeiro a viver só de literatura em seu país:
Edgar Allan Poe (1809-1849), consagrado até hoje por suas histórias de teor macabro e por seu famoso poema O Corvo (1845), que no Brasil foi traduzido por Machado de Assis, é considerado o inventor do gênero ficção policial, e recebeu créditos também por contribuir com o gênero ficção científica. Além disso, foi o primeiro escritor americano a ser conhecido por tentar ganhar a vida somente através da escrita, o que fez com passasse por grandes dificuldades financeiras. Sua obra é constituída por contos, poemas e ensaios, e ele jamais escreveu um romance.





5- Origem de Sherlock Holmes e fé no Espiritismo:
O personagem Sherlock Holmes apareceu pela primeira vez no romance Um Estudo Em Vermelho, publicado na revista Beeton's Christmas Annual em novembro de 1887, sendo transformado em livro no ano seguinte. O brilhante detetive fictício, famoso mundialmente, foi inspirado em uma pessoa real: Joseph Bell (1837-1911), professor de Arthur Conan Doyle (1859-1930) em sua época da universidade. Em uma carta ao antigo professor, Conan Doyle escrever: "É mais do que certo que é a você que eu devo Sherlock Holmes... Com base no centro de dedução, na interferência e na observação que você inculcar, tentei construir um homem". Em alguns momentos, o personagem de Edgar Allan Poe, C. Auguste Dupin (um detetive), também serviu de inspiração. Além disso, Sir Arthur Conan Doyle teve envolvimentos com o Espiritismo nos últimos de sua vida. O médico e escritor já conhecia a religião desde 1887, mas foi só após a morte de alguns parentes no início do século XX (sua esposa, seu filho, seu irmão e também seus dois cunhados, entre 1906 e 1918), procurou conforto no Espiritismo, tornando-se um grande defensor e divulgador. Em 1918, publicou a obra A Nova Revelação, sobre suas convicções a respeito da doutrina espírita.

6- Escritora anônima:
Devido a algumas dificuldades em ter suas obras aceitas por editores, Jane Austen (1775-1817) publicou Razão e Sensibilidade de forma anônima, utilizando-se como identificação apenas a expressão "By a Lady". A respeito disto, sua sobrinha Fanny Knigth registrou no próprio diário o recebimento de uma carta de Cassandra Austen (irmã de Jane e também sua tia) pedindo que ela não mencionasse que a tia Jane era a autora de Razão e Sensibilidade. Isto ocorreu em 1810 ou 1811. Em 1813, publicou Orgulho e Preconceito, e começou a trabalhar em Mansfield Park. No mesmo ano, a popularidade adquirida por Orgulho e Preconceito e a indiscrição da família fizeram com que sua identidade fosse revelada.



7- A Paz como solução:
Liev Tolstoi, ou Leon Tolstoi (1828-1910), famoso escritor russo, autor do romance Anna Karenina, tornou-se pacifista durante a velhice, passando a defender a busca por uma vida simples e próxima à natureza. Suas novas ideias desagradavam à igreja e ao governo. Chegou a trocar correspondências com Gandhi, que o considerava "o maior apóstolo da não-violência". Ao escrever o livro O Reino de Deus está em vós, baseou-se no Sermão da Montanha (Novo Testamento) para afirmar que não se deve revidar o mal com o mal. Ainda afirmava ser contra o serviço militar obrigatório, e contra o militarismo como um todo.

8- Antiga amizade:
John Ronald Reuel Tolkien
Clive Staples Lewis
 Criador de O Senhor dos Anéis, O Hobbit, e O Silmarillion, Tolkien (1892-1973) foi durante décadas muito amigo de outro grande escritor do gênero fantasia: C. S. Lewis (1898-1963), autor de As Crônicas de Nárnia. Ambos participavam do grupo The Inklings, associado à Universidade de Oxford, na Inglaterra, criado para discussão informal de literatura. O grupo existiu, aproximadamente, entre 1930 e 1949. Os integrantes do grupo prezavam o valor da narrativa na ficção e encorajavam a fantasia.


9- Interpretada no cinema:
A escritora Harper Lee (nascida em 1926), autora do romance O Sol é Para Todos (1960), que lhe rendeu o prêmio Pulitzer de Literatura em 1961, já foi interpretada em filmes três vezes: por Tracey Hoyt em Scandalous Me: The Jacqueline Susann Story (1998); por Catherine Keener em Capote (2005); e por Sandra Bullok em Infamous (2006). Seu romance mais recente (Vá, coloque um vigia) lançado em julho deste ano, tornou-se sucesso de vendas, atingindo rapidamente a marca de 1 milhão de exemplares vendidos nos Estados Unidos em apenas alguns dias.

Fonte: Diário de Pernambuco




10- Pensamento religioso:
Assim como Arthur Conan Doyle, citado acima, Victor Hugo (1802-1885) acreditou na existência de espíritos. Durante seu exílio na Ilha Jersey, entre 1851 e 1855 (época em que fenômenos como o das mesas girantes eram estuados), participou de inúmeras sessões espíritas, e assim obteve confirmação para antigos pensamentos filosóficos e religiosos que já cultivava. Assumiu-se espirita em 1967, e defendeu que a Ciência deixasse de ridicularizar o Espiritismo para, ao invés disso, estudá-lo. "[...] Substituir o exame pelo menosprezo é cômodo, mas pouco científico. Acreditamos que o dever elementar da Ciência é verificar todos os fenômenos, pois a Ciência, se os ignora, não tem o direito de rir deles. Um sábio que ri do possível está bem perto de ser um idiota.[...]". No poema À Villiquier, de 1854, chegou a declarar sua crença na vida após a morte:
"Eu digo que o túmulo que sobre os mortos se fecha
Abre o firmamento
E o que acreditamos aqui em baixo ser o fim
É o começo."



Esses são alguns fatos curiosos acerca de alguns escritores de clássicos da literatura, homens e mulheres que escreveram livros que se tornaram mundialmente famosos, e que até hoje são considerados grandes escritores. Os fatos aqui citados foram retirados das páginas relativas a cada um deles, na Wikipédia.

Por: Lethycia Dias

Referências Bibliográficas:
Willian Shakespeare. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Shakespeare>. Acesso em: 10/08/2015.
Oscar Wilde. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Wilde>. Acesso em: 10/08/2015.
Mary Shelley. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Mary_Shelley>. Acesso em: 10/08/2015.
Edgar Allan Poe. Wikipédia. Disponível em; <https://pt.wikipedia.org/wiki/Edgar_Allan_Poe>. Acesso em: 10/08/2015.
Arthur Conan Doyle. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Conan_Doyle>. Acesso em: 10/08/2015.
Jane Austen. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Jane_Austen>. Acesso em: 10/08/2015.
Liev Tolstoi. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Liev_Tolst%C3%B3i>. Acesso em: 10/08/2015.
J. R. R. Tolkien. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien#Rela.C3.A7.C3.A3o_com_C._S._Lewis>. Acesso em: 11/08/2015.
Clive Staples Lewis. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Clive_Staples_Lewis#Rela.C3.A7.C3.A3o_com_J._R._R._Tolkien>. Acesso em: 11/08/2015.
The Inklings. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Inklings>. Acesso em: 11/08/2015.
Harper Lee. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Harper_Lee>. Acesso em: 11/08/2015.
MACIEL, Nahima. Novo livro de Harper Lee ultrapassa um milhão de cópias vendidas. Diário de Pernambuco. 22/07/2015. Disponível em: <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2015/07/22/internas_viver,588092/novo-livro-de-harper-lee-ultrapassa-um-milhao-de-copias-vendidas.shtml>. Acesso em: 11/08/2015.
Victor Hugo. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Hugo#Pensamento_religioso>. Acesso em: 11/08/2015.
Mesas girantes. Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Mesas_girantes>. Acesso em: 11/08/2015.

Por incrível que pareça, os posts da sessão Dicas de Português e Escrita são sempre muito visitados. Eu sempre muita facilidade para escrever, e devido à leitura, sabia escrever bem sem a necessidade de ficar decorando regras. Eu simplesmente me acostumava com a forma correta que sempre via nos livros. Quando escrevia algo errado por engano ou descuido, eu já sabia onde estava o erro, porque notava algo "estranho" na palavra ou na frase.
Quando comecei o blog, decidi criar uma sessão especial onde poderia compartilhar o que sei, e assim ajudar outras pessoas. Para melhorar a sessão, comecei a pesquisar sobre as maiores dificuldades que as pessoas têm na hora da escrita. Estou sempre tentando me atualizar sobre isso, e sei que a vírgula acaba sendo a grande vilã de muitos textos.
Hoje não vou trazer regras nem dicas de como usar a vírgula (ainda tenho que preparar um post especial sobre isso). Vou apenas apresentar situações que provam que ela é muito importante, e que é preciso utilizá-la corretamente.



Sobre a diferença que uma vírgula pode fazer quando presente ou ausente no texto, ou ainda dependendo de onde foi colocada na frase, acredito que um anúncio publicitário de apenas um minuto seja o exemplo mais criativo e prático possível. Exibido na TV aberta no ano de 2008, como campanha comemorativa do centenário da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o vídeo abaixo é sempre citado para mostrar exemplos de frases que têm seu sentido alterado por causa da vírgula. Assistam, e saibam do que estou falando.




Viram? Mas esse não é o único exemplo que encontrei. Pesquisando sobre o assunto, me deparei com um texto engraçado no site Mundo Gump. Além de citar o vídeo que você viu acima, o autor do texto contava pequenas histórias ilustrando a importância de se estar atento ao uso da vírgula. Não sei se são verídicas, mas achei importante reproduzir duas delas:


A VÍRGULA FATAL
A czarina russa Maria Fyodorovna certa vez salvou a vida de um homem, apenas mudando de lugar em vírgula em sua sentença. Muito inteligente, ela não concordava com a decisão de seu marido, Alexandre II, e usou o seguinte artifício:
O czar enviou o prisioneiro para a prisão e morte no calabouço da Sibéria, e no fim da ordem de prisão estava escrito: "Perdão impossível, enviar para Sibéria". Maria ordenou que redigissem nova ordem, e fingindo ler o documento original, mudou uma vírgula, transformando a ordem em: "Perdão, impossível enviar para Sibéria", e o prisioneiro foi libertado.

A VÍRGULA DE UM MILHÃO DE DÓLARES
Pode parecer incrível, mas uma única vírgula causou uma confusão e prejuízo terrível para o governo dos EUA. Na lei de tarifa alfandegária aprovada pelo congresso em 6 de junho de 1872, uma lista de artigos livres de impostos incluía: "plantas frutíferas, tropicais, e semitropicais". Na hora de escrever o documento, um funcionário público distraído acrescentou sem perceber uma nova vírgula, deixando o texto assim: "plantas, frutíferas, tropicais e semitropicais". Isso fez com que todos os importadores de plantas americanos pleiteassem o direito de importação livre de impostos. Isso causou a falta de uma fortuna em impostos aos cofres dos EUA, e a lei só foi reescrita em 9 de maio de 1894. O desastrado funcionário público, ao que parece, não foi demitido.

Como eu disse anteriormente, não sei se as histórias são verídicas.
Mas se isso não foi o bastante, que tal algumas charges? Charges sã sempre engraçadas, e é possível observar o que queremos nessas duas que separei para o post:







Apesar de tratarem de assuntos sérios, as duas charges mostram bem aquilo que já vimos tanto com o vídeo, quanto com as duas histórias acima. Espero ter ajudado com esse post, e prometo que em breve haverá um novo, específico sobre as funções da vírgula e as regras que definem quando seu uso é obrigatório ou não.

Por: Lethycia Dias

Referências bibliográficas:
DAVID, Philipe Kling. As mais incríveis confusões causadas pela vírgula. Mundo Gump. 15 de agosto de 2008. Disponível em <http://www.mundogump.com.br/as-mais-incriveis-confusoes-causadas-pela-virgula/>. Acesso em: 06 de agosto de 2015

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