Confira!


Olá para quem é louco por leituras - e também por fotografia! Hoje é dia de trazer o post do mês para o Projeto Photolove, um projeto muito lindo do qual eu venho participando nos últimos meses. Caso você ainda não saiba, o Photolove é um grupo de 6 on 6, em que uma vez por mês, 6 pessoas postam 6 fotos temáticas.
Então, é isso! A seguir, você confere minhas fotos selecionadas. Para esse mês, o tema é céu.

Projeto Photolove | 6 on 6 abril

Olá para os loucos por fotografia! Hoje é dia de Projeto Photolove aqui no Loucura Por Leituras. Trata-se de um projeto fotográfico de 6 on 6, em que seis pessoas se reúnem para postar seis fotos antes ou no dia 6 de cada mês.
Como este ano a Páscoa acontece em abril, o tema do mês é chocolate, então as fotos que selecionei são bem auto-explicativas. Segue abaixo a minha seleção!


Estou um dia atrasada, mas não quis deixar de trazer para vocês o meu 6 on 6 de dezembro! Há dois meses, eu entrei no Projeto Photolove, que conta com a participação, entre outras pessoas, da minha parceira Lívia Santana, do Check-in Virtual. Naquele primeiro mês, gostei muito da experiência, e é por isso que estou aqui com mais um post de fotografia para você!
O tema de hoje é me sinto bem quando. Ele foi sugerido por mim, e tem muito a ver com um momento que estou passando atualmente.


Quem mais aqui sentiu falta da coluna Conhecendo minha estante? Eu senti! Foi por isso que nos últimos dias tratei de ir fotografando mais um livro para mostrar a vocês, e aqui está o post.
Para quem ainda não sabe, Conhecendo minha estante é uma coluna criada há alguns meses aqui no blog, na qual eu falo sobre algumas peculiaridades em livros que possuo. Isso quer dizer que vou contar para vocês a minha história com determinados livros, sem levar muito em conta o conteúdo deles.
A ideia é ser uma coluna leve e divertida, com várias fotos e pouco texto, Para entender melhor, visite os posts antigos:


E agora, vamos ao livro de hoje, que foi um dos primeiros da minha coleção: Não conte a ninguém, de Harlan Coben.


O post de hoje vai ser um tanto diferente do que vocês estão acostumados, porque hoje vamos falar de fotografia. Acontece que fui convidada pela Lívia Santana, minha querida amiga e parceira do Check-in Virtual, a participar do grupo Photolove, que é um projeto voltado para fotografia. Desde que comecei a usar o Instagram, eu estou fascinada por fotografia, e sempre quero aprender coisas novas e tirar fotos melhores. Por isso, fiquei muito feliz com o convite.
Todos os meses, o Photolove organiza um 6 on 6 para blogueiras. Significa que seis pessoas devem postar seis fotos até o sexto dia do mês, de acordo com o tema pré-definido. Estou entrando agora, e o tema desse mês é: me define.



Que tal começar a semana com um post de indicação da Sessão 10? Essa é a coluna do blog onde preparo posts leves e divertidos, sempre listando 10 coisas relacionadas aos livros, à literatura ou à leitura.
E hoje, vim trazer para você alguns perfis no Instagram que você pode conhecer, seguir, e aproveitar para usar como inspiração. Assim, você sempre vai ter boas ideias para suas fotos com livros, e vai poder melhorar as fotos usadas no seu próprio Instagram, ou também no seu blog. Continue lendo esse post, para poder conhecer!



O último conhecendo minha estante aqui no blog aconteceu há mais de um mês. Eu já estava com saudade dessa coluna fofinha que foi criada há pouco tempo, e que talvez você não conheça. O principal objetivo aqui é falar de livros com os quais eu tenho histórias peculiares. Seja a forma como adquiri, o motivo pelo qual decidi ler, ou alguma característica específica do livro... Como já expliquei antes, não vou falar das histórias que esses livros contam, e sim da minha história com cada um deles.
Você pode conferir os livros anteriores, que foram:


E hoje, diferente dos posts antigos, não vamos falar de um livro só, mas de uma série inteira. Só te peço uma coisa: Não entre em pânico!



Olá a todos. Preparados para mais um conhecendo minha estante? Essa é uma nova coluna no blog, onde eu falo um pouco sobre alguns livros com os quais eu tenho uma história curiosa ou peculiar. O objetivo não é falar do livro em si e do seu conteúdo, mas sim da relação que eu tenho com tais livros. Esse é o terceiro post da coluna, e você pode visitar os anteriores:



De vez em quando, você quer assistir a algum desenho animado, brincar no pula-pula em uma festa infantil, ou fazer alguma outra coisa que seus pais ou seus amigos dizem que você já não tem mais idade para fazer, não é mesmo? E imagino que mesmo assim, você teima em fazer aquilo todos dizem que já está grandinho(a) demais para fazer... Adivinhem? Eu também!
Um dos livros da minha estante está definitivamente fora da minha faixa etária... E não estou falando daqueles livros infantis que nós adultos (ou adolescentes) gostamos de ler, e nem de um livro que eu tive quando criança e fiquei conservando enquanto crescia por causa do valor sentimental. Aqui, falarei de um livro para criancinhas, que ganhei quando já estava bem velha para ele!



Olá, loucos por leitura!
Decidi criar uma nova coluna aqui no blog, onde mostrarei para vocês alguns itens curiosos da minha estante. Não vou estabelecer um período correto para esse tipo de post. Eles serão realmente bem aleatórios, e a única regra será mesmo ir apresentando aos poucos alguns dos meus livros. Mas diferente de uma indicação ou resenha, eu não vou falar do conteúdo do livro, e sim de algumas características que fazem com que ele seja diferente dos outros.
Estou começando essa coluna hoje, e o livro que escolhi para o post é um caso curioso que eu já quis mostrar em um vídeo, mas sempre ficava adiando. Como o blog tem muito mais visitas que o canal, decidi apresentá-lo por aqui mesmo. Até porque, a câmera do meu celular novo vem ajudando muito na hora de tirar fotos para os posts e o Instagram.
Esse post estará cheio de imagens, então lembre-se de clicar por cima de qualquer uma delas para ampliá-las.

"As fotos de Sebastião Salgado são famosas no mundo todo. Suas imagens em preto e branco de trabalhadores e refugiados já ganharam inúmeros prêmios e são reconhecidas pela profunda dignidade que despertam no interlocutor. Em 2013, depois de oito anos de reportagens, Salgado expôs pela primeira vez seu trabalho mais recente, "Gênesis". Em uma jornada fotográfica por lugares intocados, onde o homem convive em harmonia com a natureza, o fotógrafo retratou com brilhantismo único a múltiplas facetas da vida em nosso planeta. Mas a despeito de as imagens de Sebastião Salgado já terem dado a volta ao mundo, sua história pessoal, as raízes políticas, éticas e existenciais de seu engajamento fotográfico permaneciam desconhecidas. Em Da minha terra à terra, é seu talento como narrador que impressiona. Com gentileza e simplicidade comoventes, Salgado relembra histórias de suas fotorreportagens, realizadas em mais de cem países. Nós o acompanhamos desde sua formação como economista até a mudança para a França, onde o fotógrafo mora de 1969 e onde fundou com a mulher, Lélia, a agência Amazonas Images. Em Da minha terra à terra, Salgado fala de suas viagens, de sua família, de seu amor pela fotografia. A verdadeira gênese de sua vida e obra."

Autor: Sebastião Salgado
Gênero: Biografia
Número de páginas: 152
Local e ano de publicação: São Paulo, 2014
Tradução: Julia da Rosa Simões
Editora: Paralela

Uma declaração de amor


Eu sabia pouco ou quase nada sobre Sebastião Salgado, até o dia em que meu namorado precisou ler o livro Da minha terra à terra, para as aulas de fotografia da faculdade. Ele comprou o livro, e conforme avançava na leitura, não parava de compartilhar comigo as coisas incríveis que estava descobrindo sobre esse artista brasileiro que conheceu o mundo todo - e que se fez conhecer por ele. Dessa forma, fiquei naturalmente curiosa, e não deu pra resistir: assim que ele terminou de ler o livro, eu pedi emprestado!
E a leitura me surpreendeu: desde a primeira página, me vi transportada para uma outra realidade. Fui lendo rapidamente, e quando terminei, fiquei com aquele gostinho de "quero mais".
Salgado começa falando um pouco sobre seu projeto Gênesis, no qual fotografou a vida em nosso planeta em lugares que permanecem inalterados, preservados da intervenção humana. Ele nos explica, desde o início, que ser fotógrafo é saber esperar. E, além disso, é preciso conhecer aquilo que se fotografa. Nesse capítulo inicial, ele narra a experiência de fotografar uma tartaruga gigante da ilha Isabela, do arquipélago de Galápagos. É a partir dessa história curiosa que temos a primeira noção de que fotografar não é simplesmente preparar a câmera e apertar o botão. É muito mais do que isso!
Salgado nasceu no interior do Minas Gerais, numa fazenda em que as pessoas tinham tudo aquilo de que necessitavam. Quando precisou viver numa cidade grande, para continuar seus estudos, ele conheceu a pobreza, e deu-se conta das injustiças do mundo. Foi também nessa época que conheceu Lélia, com quem se casou. Por se identificarem com o comunismo, eles precisaram deixar o Brasil durante a ditadura, no ano de 1969. Foram viver na França, como refugiados. Lá, enfrentaram muitas dificuldades, mas trabalharam muito e sempre mantiveram o contato com outros brasileiros, e com refugiados de outros países. Economista, ele caminhava rumo ao doutorado. Ela formou-se em arquitetura. Na época em que trabalhava na Organização Internacional do Café, precisou realizar projetos de desenvolvimento econômico em países da África, e acabou se apaixonando pelo continente. Em 1973, ele decidiu largar a carreira promissora de economista e a vida confortável por uma coisa que o encantava: a fotografia. Sebastião e Lélia tiveram que se esforçar e trabalhar muito duro pelo resto da vida, investindo sempre em novos equipamentos, e a decisão valeu a pena.
No início, ele fotografava de tudo, até que começou a entrelaçar a fotografia com suas ideias políticas e sua preocupação com questões sociais. Fez séries de reportagens mostrando pessoas em seu cotidiano, intituladas "Trabalhadores". Por muito tempo, ele fotografou apenas em preto e branco. Suas fotos, sempre carregadas de muita emoção e significado, são famosas em todo o mundo.

"Fiz essas imagens porque eu tinha uma obrigação moral, ética, de fazê-las.
Alguns me perguntarão: em tais momentos de desespero,
o que é a moral, o que é a ética?"
16 - A morte vista de perto. Página 94

Quanto à estrutura do livro, trata-se de uma leitura muito fácil e prazerosa. Salgado é um homem muito simples, e escreve da mesma forma. Assim, temos uma linguagem adequada para todos os públicos e idades, e tudo é relatado de forma sucinta, sem que haja confusão entre os acontecimentos, os pensamentos e as datas. O livro é organizado em capítulos curtos, com nome e numeração. Dessa forma, a leitura se torna rápida.
Da minha terra à terra é um livro incrível, e diz respeito a muitas coisas que eu acredito, como por exemplo, a decisão de "fazer aquilo que você gosta e não aquilo que dá dinheiro", que foi basicamente uma das convicções que me levaram a cursar Jornalismo. Além de enaltecer durante todo o livro o seu amor pela fotografia, sua paixão por contar histórias feitas a partir de imagens de fração de segundo, Sebastião Salgado ainda dedica um espaço enorme à sua esposa, Lélia. Ela é seu único amor, e também sua maior companheira por toda a vida. O livro inteiro é como uma declaração de amor: à fotografia, e também para ela.
Fiz uma leitura rápida, tanto pela pouca quantidade de páginas, quanto pela linguagem simples. Muitas das histórias compartilhadas por Salgado são impressionantes. Entre elas, posso citar: sua experiência com os índios no Alto Xingu, a visita às minas de ouro da Serra Pelada, a viagem para a Sibéria, num frio entre - 30ºC e - 40ºC, a recuperação de florestas após a criação do Instituto Terra, o terrível genocídio em Ruanda, em 1994. Algumas dessas histórias me surpreenderam por apresentar visões sobre o mundo extremamente sensíveis. Outras, porque eram grandes expressões de sofrimento e crueldade.
Na graduação em Jornalismo, já no primeiro período, recebi conselhos maravilhosos de meus professores. Um desses conselhos era a ideia de que o jornalista nunca deve perder o olhar sensível. Sebastião Salgado é considerado por muitos como um fotojornalista (embora ele mesmo não concorde com isso), e se há uma coisa que o acompanha por toda a sua trajetória, é o olhar sensível. Acredito, aliás, que um bom fotógrafo - assim como um bom jornalista - não deve nunca deixar sua sensibilidade morrer.
Este livro é mais do que uma biografia. Aliás, Salgado nos leva tão dentro de seu pensamento, que quase nos esquecemos de que estamos lendo uma biografia. Eu o recomendo para todos que se interessem por fotografia, jornalismo, causas sociais, para os admiradores de Sebastião Salgado, ou para qualquer pessoa que se interesse a partir da leitura dessa resenha.

Aspecto positivo: linguagem simples, capítulos curtos, descrições e relatos sensíveis.
Aspecto negativo: a presença de termos técnicos da fotografia podem escapar à compreensão de leigos. Entretanto, a compreensão geral do livro não fica prejudicada.

Por: Lethycia Dias

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