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Resenha: O Príncipe
"Sob a atmosfera inquieta da Renascença e dominado pela ideia da unidade italiana, Maquiavel escreve O Príncipe. Nele tenta definir o poder, as formas de governo, as virtudes do soberano e uma nova forma do fazer político. O texto reflete as condições da época, o combate às tradições medievais e é notável a abordagem livre de fatos históricos. Maquiavel deixou como legado, sobretudo com este escrito, uma contribuição essencial para a ciência política. Nicolau Maquiavel (1469-1527) nasceu em Florença, em pleno Renascimento. Tendo ingressado na carreira pública, e nela ficado por 14 anos, conheceu bem a política, seus meandros - experiência essa decisiva para o desenvolvimento de seu pensamento e obra. Além de O Príncipe, escreveu também os Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio, entre outras obras."


Autor: Nicolau Maquiavel
Gênero: Filosofia
Número de páginas: 98
Local e data de publicação: Rio de Janeiro, 2014
Tradução: Lívio Xavier
Editora: Nova Fronteira
Onde comprar: Amazon | Fnac
*Esta é uma resenha feita por uma pessoa acostumada a ler literatura, com pouco entendimento sobre Filosofia ou Ciência Política; é uma resenha baseada em uma leitura feita por fins meramente curiosos, e voltada para pessoas com interesses afins. Não se trata de um estudo ou resenha acadêmica.

"Arthur Schopenhauer (1788-1860) é um dos mais importantes filósofos alemães. Ele achava que o mundo nada mais era do que uma representação formada pelo indivíduo. Influenciou Freud, Nietzsche e Bergson com seu pessimismo e foi o responsável por introduzir o budismo à metafísica alemã. Foi além do idealismo kantiano e tinha em Hegel seu principal opositor. Suas obras mais importantes são O mundo como vontade e representação (1819) e Parerga e Paralipomena (1851). Nesta antologia de ensaios recolhidos de Parerga e Paralipomena, o leitor vai encontrar textos que trazem as mais ferinas, entusiasmadas e cômicas reflexões acerca do ofício do próprio Schopenhauer, isto é, o ato de pensar, a escrita, a leitura, a avaliação de obras de outras pessoas, o mundo erudito como um todo. São eles: 'Sobre a erudição e os eruditos', 'Pensar por si mesmo', 'Sobre a escrita e o estilo', 'Sobre a leitura e os livros' e 'Sobre a linguagem e as palavras'. Embora redigidos na primeira metade do século 19, estes ensaios, ao tratar sobre o mundo das letras, os vícios do pensamento humano, as armadilhas da escrita e da crítica, continuam válidos - hoje talvez mais do que nunca. E, marca personalíssima do autor, são modernos, pulsantes de vida, de inteligência e humor."

Autor: Schopenhauer
Gênero: Filosofia
Número de páginas: 176
Local e data de publicação: Porto Alegre, 2007
Tradução: Pedro Süssekind
Editora: L&PM
*Informações adicionais: edição de bolso
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