Confira!

"Uma das maiores escritoras brasileiras, Clarice Lispector, enquanto trabalhava sua ficção, manteve intensa atuação na imprensa, para a qual escreveu cerca de cinco mil textos, entre fragmentos de ficção, crônicas e colunas femininas, para diversos jornais e revistas, e realizou mais de 100 entrevistas, a primeira delas , em 1940, com o poeta Tasso da Silveira. Organizado pela pesquisadora Maria Aparecida Nunes, Clarice na cabeceira - Jornalismo é uma amostra dessa atividade. Com texto inéditos, a coletânea traça um panorama do jornalismo brasileiro, a partir da produção de Clarice Lispector para a imprensa."

Autora: Clarice Lispector
Gênero: Jornalismo
Número de páginas: 240
Local e data de publicação: Rio de Janeiro, 2012
Organização: Aparecida Maria Nunes
Editora: Rocco
Onde comprar: Amazon 

"Neste livro impressionante, Svetlana Alekisiévicth apresenta uma história ainda pouco conhecida, contada com minúcia pelas próprias personagens: as incríveis soldadas soviéticas que lutaram - com bravura e violência, mas sem perder a ternura - durante a Segunda Guerra Mundial. Um capítulo obscuro que agora ganha a luz do dia e promete trazer novo entendimento sobre um dos eventos mais trágicos da história humana."

Autora: Svetlana Aliksiévitch
Gênero: Reportagem
Número de páginas: 392
Local e data de publicação: São Paulo, 2016
Tradução: Cecília Rosas
Editora: Companhia das Letras
Onde comprar: Amazon

Imagem: Arquivo pessoal
Fonte: cedida por Patricia Fagundes

Nascida em 1990, no Rio de Janeiro, Patricia Fagundes é formada em Relações Internacionais. Apaixonada por diversos assuntos, é uma autodidata empenhada e artista nata. Publicou seu primeiro livro, Enfynie - A outra dimensão, em 2014 e pretende escrever suas continuações e outras histórias originais. Sua segunda publicação, online e gratuita, chama-se A Viagem, com um prólogo disponível em áudio no YouTube.Fez três períodos de Belas Artes na UFRJ antes de trancar sua matrícula e iniciar outro curso. Em 2010, formou-se em Mandarim pela Wizard. É falante fluente do inglês e estuda outros idiomas por hobby, além de ter criado alguns para suas histórias.
É compositora, cantora e pianista. Começou a estudar música aos 3 anos de idade, com sua mãe e avó materna, suas professoras particulares de piano. Fez cursos de mangá, desenho artístico e pintura e adquiriu traço realista. Faz desenhos, músicas e idiomas sob encomenda e dá aulas online. 
Seu canal no YouTube conta com mais de 35.000 inscritos.

O livro Enfynie – A outra dimensão, de 2014, é seu romance de estreia? 
Sim, é o primeiro romance de uma trilogia, a primeira história que eu escrevi e publiquei na vida.

De onde veio a sua inspiração para a história? 
O principal motivo, minha maior inspiração, foi tentar arranjar forças pra sair de uma pequena depressão. Não era um caso clínico, mas sim um conjunto de fatores que me deixa "no fundo do poço" e sem motivação para nada. Eu resolvi me transformar numa personagem e me jogar num planeta diferente pra ver se ajudava. Tudo o que a personagem sente, eu senti escrevendo. Tudo o que ela pensa, eu estava pensando na hora que escrevi. Tudo o que ela faz é o que eu faria naquela situação. Minha inspiração foi buscar a minha cura. 

Como foi o processo de criação do mundo de Enfynie
Comecei imaginando o planeta físico, a geografia e depois pensei nos seres que habitariam cada lugar. O idioma principal veio logo em seguida, junto com a cultura básica. No decorrer da história eu fui aumentando detalhes de acordo com o que precisava na hora. Ainda tenho muito a criar, mas já dá pra brincar um pouquinho hahaha. Tive que estudar um pouco de anatomia, diversos idiomas e me basear no que eu já conhecia aqui da Terra pra criar um paralelo.

Apesar de se ver em um mundo estranho, longe de tudo o que conhece e com dificuldades para se comunicar, a protagonista de Enfynie se mantém determinada e mostra muita disposição e criatividade ao longo da história. Você acredita que isso agradou aos leitores? 
Espero que sim! Hahaha Como eu disse antes, tudo o que a personagem faz é o que eu faria na situação. Isso até deixou muita gente irritada com a Natasha. "Nossa, ela é muito chata e mimada". E eu lendo isso e me sentindo um lixo né HAHA. Tentei dar o máximo de realismo à história porque gosto de coisas plausíveis. (Claro que às vezes um toque de magia é bom, mas a personagem em si não é nenhuma super heroína. Sou só eu com um nome diferente e sardas. E uma boa mira – coisa que eu não tenho, minha mira é PÉSSIMA. Mas se eu não tivesse acrescentado ao menos ISSO, a personagem morreria no primeiro dia, talvez HAHAHA)

Você teve problemas com a primeira edição de Enfynie, que foi entregue pela editora com erros prejudiciais ao entendimento. Isso afetou a recepção do livro pelo público? 
Eu acho que quem se afetou mais fui eu. Esses erros acabaram comigo hahaha. Quem não conhece a história não vai perceber os erros, são detalhes que só uma pessoa ultra perfeccionista (eu) notaria. O pior foi ter que esperar uma nova remessa de livros corrigidos e depois o "fogo" inicial já tinha passado. Creio que isso também teve um impacto negativo.

Enfynie é o primeiro volume de uma trilogia. Os próximos volumes já estão em andamento? 
Sim, eu estava escrevendo os dois ao mesmo tempo, mas passei a focar mais no segundo livro da série. Já passei da metade, mas faz mais de seis meses que não sento pra continuar escrevendo por falta de inspiração. Sempre que tento, não dá certo e eu tenho que reescrever. Mas eventualmente eu vou conseguir, afinal, a história já está pronta, já sei o que acontece no final, só preciso desenvolver os detalhes.

Você está pulicando no Wattpad o e-book A Viagem, que tem relação com a mitologia egípcia. Como surgiu a ideia? 
Na realidade, A Viagem tem relação com todas as mitologias. Eu resolvi escrever essa história porque amo o tema e quis tentar criar um universo "e se...". E se ninguém estivesse errado, afinal de contas?

Entre Enfynie e A Viagem, qual dos dois você mais gostou de ter escrito? 
Páreo duro. Não sei. A Viagem ainda está em fase embrionária e eu acho que a continuação é infinitamente melhor do que a introdução já publicada. O mesmo pra Enfynie. É difícil escolher entre meus dois "bebês" hahaha Enfynie é minha cura e A Viagem é minha paixão. Tenho carinho igual pelos dois. Em um eu uso mais a minha criatividade e no outro, preciso estudar muito e usar minha capacidade de análise e lógica. Gosto muito das duas opções.

No seu canal no YouTube, você cria diversos conteúdos diferentes, desde aulas de desenho, informações sobre seus livros, até mesmo cosplay e covers de músicas. Como é produzir tanta coisa diferente ao mesmo tempo e numa mesma plataforma? 
Um inferno. HAHAHA Meu canal no YouTube é basicamente um espelho de como é dentro da minha cabeça: uma zona sem foco. Ao mesmo tempo que é um inferno, é também uma válvula de escape. Algo como um "diário em vídeo". Pretendo dar um rumo à minha vida e focar mais, acho que assim a qualidade poderá aumentar e vai até melhorar a situação pra quem me acompanha.

Você tem produzido um audiobook de A Viagem e disponibilizado em vídeos no seu canal. Como é o processo de adaptação do texto escrito para o formato de áudio? 
Então, eu estou experimentando ainda. O prólogo foi o único publicado ainda. Tentei fazer uma mistura de audiobook com ASMR, já que a ideia inicial de fazer uma animação simples não era possível. Mas agora eu quero incluir desenhos, então creio que a adaptação vai ser maior, apenas removendo frases como "ele está apoiado na porta" do texto, já que no desenho vai mostrar quem quer que seja apoiado na porta. O formato de A Viagem já é mais tranquilo de adaptar pra áudio porque não tem um narrador separado da história. Quem narra são os próprios personagens.

Em qual das plataformas A Viagem tem alcançado mais repercussão: no Wattpad ou no YouTube? 
Creio que no Wattpad. 

Você cria canções que fazem parte das histórias de seus livros. O que vem primeiro: a música ou escrita? 
A escrita. Eu tenho que ter noção da história pra poder criar uma letra em cima. Depois é só compor.

E como você se define: escritora, desenhista, youtuber, cosplayer, compositora, ou artista com múltiplos talentos? 
Eu sempre rio de uma coisa que meu pai me disse há muitos anos: "Você tá que nem um pato. Voa, nada e anda, mas nenhum dos três ele faz graciosamente". Claro que eu evoluí bastante em algumas áreas, mas a lição de moral na comparação é: SE VOCÊ NÃO FOCAR NUMA COISA SÓ, COMO ESPERA MELHORAR NELA?! Então responder a sua pergunta fica difícil, porque eu não consigo escolher uma só área pra me enquadrar. Eu diria que sou uma artista com múltiplos problemas de foco.

Fonte das imagens de capas de livros: reprodução

Entrevista originalmente pulicada no blog Entrevistalendo.

Conheça o blog Entrevistalendo, união entre Jornalismo e Literatura

Olá para os loucos por leitura! O post de hoje vai ser um pouco diferente do que vocês estão acostumados a ver por aqui no Loucura Por Leituras, porque vim aqui indicar para vocês outro blog produzido por mim, no qual vocês podem encontrar alguns conteúdos diferenciados de literatura.
Por isso, continue lendo esse post para conferir essa indicação e entender melhor.

Resenha: O Livro Amarelo do Terminal
"A escritora Vanessa Barbara faz sua estreia editorial com um livro-reportagem sobre a rodoviária do Tietê, em São Paulo. Primeira obra jornalística no catálogo da Cosac Naify, O livro amarelo do Terminal empreende uma viagem singular ao que seria uma versão condensada do mundo, como diz João Moreira Salles na orelha da edição. Valendo-se de recursos narrativos variados, que vão da reportagem clássica ao humor nonsense, o olhar da escritora pinça, em meio ao tumulto, os tipos que por lá passam todos os dias - vendedores, crianças, velhinhas, surfistas -, e registra uma história oral do local a partir dos fragmentos de conversas colhidas ao acaso. Esta polifonia aparece também no projeto gráfico do livro. Suas páginas amarelas, de gramatura mais fina, brincam com a transparência e a sobreposição parcial das letras. Já os capítulos de cunho mais histórico aparecem em papel semelhante ao carbono, como os bilhetes de ônibus."

Autora: Vanessa Barbara
Gênero: Reportagem
Número de páginas: 254
Local de data de publicação: São Paulo, 2008
Editora: Cosac Naify
Onde comprar: Amazon

"Durante décadas, milhares de pacientes foram internados à força, sem diagnóstico de doença mental, num enorme hospício na cidade de Barbacena, em Minas Gerais. Ali foram torturados, violentados e mortos sem que ninguém se importasse com seu destino. Eram apenas epilépticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, meninas grávidas pelos patrões, mulheres confinadas pelos maridos, moças que haviam perdido a virgindade antes do casamento. Ninguém ouvia seus gritos. Jornalistas famosos, nos anos 60 e 70, fizeram reportagens denunciando os maus-tratos. Nenhum deles - como faz agora Daniela Arbex - conseguiu contar a história completa. O que se praticou no Hospício de Barbacena foi um genocídio, com 60 mil mortes. Um holocausto praticado pelo Estado, com a conivência de médicos, funcionários e da população."

Autora: Daniela Arbex
Gênero: Reportagem
Número de páginas: 256
Local e data de publicação: São Paulo, 2013
Editora: Geração Editorial
Onde comprar: Amazon | Livraria da Folha | Saraiva

indicação de livros sobre o Jornalismo

Talvez nem todo mundo que acompanha o blog saiba disso, mas sou estudante de Jornalismo. Estou no quarto período do curso na Universidade Federal de Goiás, e posso dizer que sou apaixonada pela profissão que escolhi. Na faculdade, já li diversos livros que me orientaram durante as disciplinas e me ajudaram a compreender melhor o que é o Jornalismo, quais as características de suas diferentes modalidades, quais são as contradições da imprensa, entre outras questões. Essa base teórica tem sido diferencial para mim.
É por isso que decidi indicar alguns livros aqui no blog. Esse post faz parte de Sessão 10 e é destinado a quem sonha em ser jornalista, a quem está entrando no curso de Jornalismo agora, a quem tem curiosidade sobre o jornalismo ou apenas sobre alguns dos assuntos que citei no parágrafo anterior.



Estranhou o título e a imagem do post de hoje? Pois você acaba de se deparar com a maior novidade do blog! Nesse fim de semestre, tive que realizar para a faculdade uma reportagem aprofundada, com tema livre. Acabei optando por escrever sobre um assunto pelo qual eu me interesse muito, porque, afinal, diz respeito a uma atividade que eu desempenho: a produção de conteúdo na internet.
Minha maior intenção com essa reportagem era quebrar alguns estereótipos a respeito do trabalho de blogueiros e youtuber's, mostrando como trabalham, que tipo de dificuldades enfrentam, como são capazes de influenciar a opinião pública e como apostam na discussão de temas relevantes para a sociedade, criando um debate com seus seguidores. Ainda dei atenção à grande diferença entre os blogueiros que se tornaram celebridades e aqueles cujo trabalho gera repercussão normal, além dos preconceitos que muitos de nós enfrentam perante a sociedade.
Para valorizar o texto escrito e as entrevistas concedidas pelas minhas fontes, decidi publicar a reportagem na íntegra aqui no blog. A partir de agora, você confere esse trabalho feito com todo o carinho. E lembre-se: você pode clicar nas imagens para ampliá-las.

"Este livro é um dos produtos do Projeto Berra Lobo - comunicação e conhecimento compartilhados, no seu primeiro ano de existência. Os textos presentes brotaram do diálogo, da experiência e dos conflitos entre mundos separados, não pelos quase 500 km de distância, mas simbolicamente por uma falsa hierarquia cultural. São crianças e jovens que viajam ao encontro de outros mundos, se deixam afetar por eles e constroem narrativas sobre esse processo. Na outra ponta da estrada, estão os trabalhadores da terra, professores e lutadores, que já descobriram, por força da experiência de produzir as condições de sua própria vida, que os comunicantes precisam ser cotidianamente alimentados de esperança, desejo de transformação e, no seu bojo, ações libertárias concretas."


Autores: Professores da FIC (Faculdade de Informação e Comunicação) e alunos de Jornalismo, Educação Física e Artes Cênicas da UFG (Universidade Federal de Goiás)
ISBN: 978-85-8083-123-8


Fruto de um projeto que pretende pensar uma nova maneira de exercer a Comunicação - dando visibilidade aos invisíveis, voz aos mudos, importância aos ignorados - Berra Lobo: palavras andantes surgiu a partir de uma iniciativa de aproximar universidade e movimento social popular. Para fazer uma citação mais esclarecedora, "Uma parceria do movimento social popular, no caso o MST e o Laboratório e Coletivo Magnífica Mundi, ligados ao Núcleo de Jornalismo e Diferença, do Curso de Jornalismo, UFG. Retoma-se algo iniciado ainda nos anos 80, do século passado." (Berra Lobo: palavras andantes. Página 30: Berra Lobo, um projeto e os sonhos).
Reunindo relatos dos estudantes em visita ao Assentamento Oziel Alves Pereira, no município de Baliza (na divisa com Mato Grosso, a cerca de 500 km de Goiânia - GO); e ao acampamento Hugo Chávez, em Corumbá - GO (cerca de 100 km da capital); e também de integrantes do movimento, este livro pode ser, em sua essência, uma nova forma de pensar não só o jornalismo, como também a educação e a relação entre o campo e a cidade, hoje separados por uma invisível - porém inflexível - cerca de preconceitos e desigualdades. Cerca? Daquelas de arame-farpado? Talvez seja um muro, bem mais alto do que imaginamos. Voltando ao livro... Impossível lê-lo sem inteirar-se da importância da Reforma Agrária, principal luta do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Mais impossível ainda seria não mudar pensamentos e conceitos após a leitura.

"Para nós, os modos de contar e de narrar a vida é que fazem a diferença.
Por isso, a multiplicidade de vozes, a polissemia,
constitui a nossa meta primordial."
Angelita Pereira de Lima,
professora de Jornalismo da UFG e coordenadora do Projeto Berra Lobo. (Página 50)

A leitura deste livro foi, em resumo, uma sequência de encantos. Encantei-me porque conheci histórias de pessoas que o mundo ignora, que foram consideradas como iguais; porque foi quebrado o tabu, foi derrubado o preconceito com um movimento que busca igualdade e dignidade; porque cada página virada era uma nova surpresa.
Da explicações iniciais acerca do projeto, dos textos de integrantes do movimento, das descrições das oficinas criativas oferecidas pelos estudantes às crianças que estudavam nas duas escolas do Assentamento Oziel, até as mais simples histórias contadas, e à maravilhosa entrevista com o homem conhecido como Cigano, cada palavra foi uma descoberta. Descobri sobre o quanto é bom oferecer oportunidades àqueles que não as tem; o quanto se aprende com os mais simples, os mais jovens (refiro-me às crianças que receberam as oficinas); o quanto é bom nos distanciarmos de nossa zona de conforto, de nossa realidade, para conhecer o mundo alheio; o quanto é bom compartilhar experiências tão repletas de sensibilidade.

"Nas chamadas oficinas, que focam a apropriação e uso de novas tecnologias
para comunicação, como artes e esportes,
se busca ampliar as possibilidades de os envolvidos - crianças, jovens e adultos -
se legitimarem como produtores de sentido."
Texto coletivo. Berra Lobo, um projeto e os sonhos. Página 31.

Talvez o mais importante a ser ressaltado seja a quebra de barreiras. Quem vive no campo não deveria viver separado de quem está na cidade; não deve se abster de contribuir com opinião e história; e não deve se conformar com as injustiças sociais. Da mesma forma, a quebra de estereótipos vem para libertar mentes e aproximar pessoas. O MST procura proporcionar igualdade, embora poucos se deem conta dos malefícios históricos do latifúndio que domina o sistema agrário do Brasil. Que divide, separa. Que devasta, degrada. Que maltrata. Se algo parece errado no modo como a Comunicação é feita nos meios de massa, outras possibilidades podem ser oferecidas através da internet, que está visível para o mundo. E um movimento popular pode distribuir esperança e corrigir incoerências sociais.
Me emocionei com essas e outras reflexões durante a leitura do Berra Lobo. Vi confirmados alguns dos meus ideais como aluna de jornalismo. Inclusão, serviço social, responsabilidade, compromisso com a verdade. Gostaria, na verdade, de ter feito parte do grupo que viveu tal experiência. Como não estava ainda na faculdade, o que me coube foi descobrir nas páginas do livro o que eles viveram. E cada palavra lida valeu a pena.

Por: Lethycia Dias

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