Confira!


Um leitor sempre gosta de se encontrar com outros leitores. Isso acontece com frequência no meio virtual, através de grupos e comunidades, ou mesmo por meio de blogs como este. Entretanto, pode acabar parecendo algo muito artificial, muito distante, e algumas pessoas podem sentir falta de um encontro presencial, algo que leve pessoas com uma paixão em comum a se reunirem em algum lugar para falar daquilo que gostam, compartilhar suas experiências e fazer novos amigos.
Por isso, os eventos relacionados a livros são sempre o paraíso dos leitores.
Ano passado estive com alguns amigos em um evento sensacional em Goiânia, chamado "1001 maneiras de comprar um livro sem pagar". O evento aconteceu num sábado, no Parque Lago das Rosas, e atraiu muitas pessoas. Em resumo, havia uma boa quantidade de livros disponíveis para uma "venda" simbólica, e tudo o que era preciso fazer para comprar, era pagar uma prenda, algo como cantar uma música, tirar uma foto com um estranho, dançar, etc. Foi super divertido, e depois do que aconteceu, passei a pesquisar a fim de ficar informada a respeito de outros eventos semelhantes que pudessem ocorrer posteriormente.

Por isso, o objetivo do post de hoje é divulgar outros eventos literários que acontecerão em Goiânia, e dos quais poderei participar ou não, e caso participe, escreverei sobre todos os detalhes aqui no blog.

Literatura no Eixo: um sarau ambulante que acorrerá dentro dos ônibus do Eixo Anhanguera, no Centro de Goiânia. Música, poesia e livros. Concentração no Grande Hotel Goiânia.
Data: 28 de fevereiro de 2015
Horário: 15:00

4ª Turnê Editora Intrínseca em Goiânia: uma oportunidade de encontrar a equipe da editora, saber sobre os futuros lançamentos, e receber informações sobre seus livros preferidos.
Data: 14 de março de 2015
Horário: 16:00
Local: Livraria Leitura - Goiânia Shopping
Mais informações no Facebook: https://www.facebook.com/events/1631850670376590

Lançamento do livro Lado A Lado B: lançamento do segundo livro do poeta Moacir Caetano.
Data: 17 de março de 2015
Horário: 19:00
Local: Cine Ouro Goiânia
Ingressos: antecipado por R$ 10,00
Mais informações no Facebook: https://www.facebook.com/events/700996160017215

Lançamento do livro Máquina de Escrever: lançamento da segunda edição do livro "Máquina de Escrever", da escritora Bruna Martins. Encontro de blogueiros, vlogueiros e comunicadores goianos.
Data: 10 de abril de 2015
Horário: 19:30
Local: Livraria Fnac - Shopping Flamboyant
Mais informações no Facebook: https://www.facebook.com/events/894207740598750

Semana do Livro Nacional: Etapa Goiânia da Semana do Livro Nacional, para difundir a literatura no Brasil promovendo obras brasileiras. Presença de escritores locais.
Data: 11 de julho de 2014
Horário: 14:00
Local: Livraria Leitura - Av. T10, 1300 3º piso
Mais informações no Facebook: https://www.facebook.com/events/540559392737061

Estes são os eventos dos quais estou informada no momento. Caso receba informações sobre novos eventos, poderei fazer um post novo. Todas as informações foram colhidas nas páginas dos eventos no Facebook, e podem estar sujeitas a mudanças por parte de seus organizadores. O objetivo do post era apenas divulgá-los entre a comunidade, e é aconselhável acompanhar as páginas.

Por: Lethycia Dias

"É como ver a paisagem pela janela de um trem em movimento", afirma o prof. Geoffrey Blainey, um dos mais aclamados historiadores a atualidade. Em Uma Breve História do Mundo, o autor faz um balanço da fantástica saga da humanidade, magistralmente complicada desde seus primórdios até os frenéticos dias em que vivemos. Sem jamais perder o foco, Blainey vai mais além: descreve a geografia das civilizações e analisa o legado de seus povos. O leitor deve se preparar para uma viagem inesquecível: saberá como eram as noites dos primeiros nômades; testemunhará o surgimento das religiões; questionará a carnificina das guerras e acompanhará a ascensão e queda dos grandes impérios. Uma Breve História do Mundo vai entrelaçando a história de um povo a outro de forma didática e vibrante. Distante de formalismos, o livro instiga e envolve o leitor página por página, levando-o a conhecer e interpretar melhor os fatos que nos trouxeram aos dias de hoje"


Autor: Geoffrey Blainey
ISBN: 85-88350-77-7

Vamos pensar nos grandes acontecimentos que mudaram o mundo, e sem os quais, com certeza, nossas vidas não seriam as mesmas hoje em dia: a invenção da escrita, a organização das sociedades, a divisão do trabalho, a invenção dos primeiros sistemas monetários... Ou talvez possamos avançar ainda mais, nos aproximando mais do presente: as Grandes Navegações, a Revolução Industrial, a Independência das primeiras colônias dos países europeus, as grandes guerras que assolaram o mundo, o início do Socialismo... Estudamos um pouco de tudo isso ao longo dos anos, na escola e na vida acadêmica, mas o que sabemos é apenas uma pequena parcela do que realmente aconteceu desde que se tem registros da existência humana sobre a Terra. Somente muito estudo poderia nos proporcionar uma visão mais ampla de milhares de anos de avanço da humanidade. Muito estudo e muita leitura. E, em meio a isto, Uma Breve História do Mundo não poderia ficar de fora.
O autor, Geoffrey Blainey, que é professor na Universidade de Harvard e na Universidade de Melbourn, nos apresenta em sua obra a impressionante jornada humana, desde os passos incertos dos nômades, sem organização social, até o tempo atual. Da África à Ásia, da Polinésia às Américas, nos apresenta a povoação de todo um mundo, descrevendo ao mesmo tempo as migrações dos diversos povos, o surgimento das cidades que foram importantes durante a Antiguidade, a influência do comércio e troca de experiências culturais, bem como o início e a disseminação das três religiões predominantes até hoje: o Cristianismo, o Islamismo e o Judaísmo.
Ao contrário do que parece, não se assemelha em nada a um livro didático de colégio. Pode-se encará-lo como uma obra fascinante de descrição da humanidade, um relato quase prosaico da caminhada do ser humano através dos séculos que torna-se ao mesmo tempo épico, justamente por tratar-se de nosso mais distante passado.

Há 2 milhões de anos, eles viviam na África e eram poucos. Eram seres quase humanos, embora menores do que seus descendentes que hoje povoam o planeta. Andavam eretos, subindo e descendo montanhas com enorme habilidade.

A maneira pela qual o livro acompanha os passos destes seres humanos que estão separados de nós por milhares e milhares de anos chega a comparar-se a uma narração, tendo pontos que diferenciam-se uns dos outros pelos mistérios que são desvendados por meio de evidências arqueológicas. A distância entre o hemisfério ocidental e o oriental também é quebrada, a partir de quando Blainey nos traz informações acerca da Mongólia, da Índia e da China. Mais do que distâncias físicas, são também quebradas distâncias culturais, à medida em que as características de cada povo são descritas. Assim, o leitor torna-se mais compreensivo, mais aberto e tolerante aos costumes milenares de civilizações antigas que pouco modificaram suas tradições com o passar do tempo.
Longe de ser apenas mais um livro de história, Uma Breve História do Mundo é um título que não pode ser deixado de lado por um bom apreciador de História, em geral, ou por alguém que, assim como eu, sente fascínio pela humanidade, pela nossa incrível habilidade de construir e destruir, de moldar o mundo e modificar o que parecia inflexível.
Avançando até os acontecimentos mais importantes do século passado (a globalização, a bomba atômica, as viagens espaciais), o brilhante historiados encerra sua obra com esmero, deixando a nós, leitores, admiradores do mundo e do ser humano, a sensação de termos viajado por eras, conhecendo todo o mundo. Ao fim, resta apenas o fascínio da leitura e a vontade de explorar sua próxima obra, intitulada Uma Breve História do Século XX.

Por: Lethycia Dias

Olá, leitores! Decidi interromper um pouco o ritmo das postagens para recomendar um blog que assim como o meu está no início, mas que eu acredito que pode agradar a muitas pessoas, e cujo crescimento quero muito acompanhar.

Livro na mão e sua imaginação é um blog com uma proposta parecida com a minha, e por isso quero divulgá-lo. A autora, Viviane Maria Oliveira dos Santos, tem a proposta de não só fazer resenhas, mas também escrever sobre livros clássicos, e fazer comparações entre livros e suas adaptações para o cinema. Suas indicações são boas, e pelo que pude perceber, ela possui um gosto bem diversificado, o que também se encaixa nos meus ideais de incentivar a diversidade literária. Ou seja: se gostam do Loucura Por Leituras, podem acabar gostando também de Livro na mão e sua imaginação!

Por que me identifiquei com esse blog:
  • Possui textos bem escritos, e prezo bastante uma boa ortografia;
  • O gosto da autora parece ser bem diversificado: ela gosta de fantasia, mas também de clássicos;
  • Ela parece querer incentivar a leitura de vários gêneros.

Como tive acesso ao blog:
  • Através de um site onde eu estava fazendo uma pesquisa, pedindo opiniões que me ajudassem a preparar um novo post. Ela deu sua opinião, e no fim do comentário deixou o link do blog dela.

Como estamos nos comunicando para manter a parceria:
  • Através de e-mails;
  • Pela conta do Google+.

O que espero do blog "Livro na mão e sua imaginação":
  • Que possa conquistar leitores aos poucos, assim como Loucura Por Leituras;
  • Que a autora aprenda sempre como agradar cada vez mais os leitores;
  • Que possamos crescer juntas e incentivar cada vez mais a leitura.

O que Viviane anda postando:
  • Objetivo do blog;

  • Incentivo à leitura dos clássicos brasileiros;
  • Motivos para acompanhar sagas;



É claro que ela tem outros textos, mas não vou falar sobre tudo aqui, para que vocês fiquem curiosos! Então, se gostaram, façam o favor de visitar no link que deixei no início desse post, e quando comentarem, não se esqueçam de dizer que leram minha recomendação! Obrigada!

Por: Lethycia Dias


Modinha? Livro de criança? Intelectual? Safadeza?

Você já deve ter ouvido isso em algum contexto relativo a livros. Como sempre, nós, seres humanos, estamos julgando tudo ao nosso redor de acordo com valores e conceitos muitas vezes antiquados, pré-estabelecidos, e que precisam ser reavaliados. Tratam-se de estereótipos nojentos que precisamos banir do nosso pensamento.
Todo sabem que existem vários tipos de preconceito, como o racismo e o preconceito social. Mas uma coisa me deixa bastante chocada é o preconceito literário, que muitos vezes vemos acontecer entre pessoas que gostam de parecer "mente aberta", e que dizem "respeitar a opinião alheia", mas que em atitudes contrárias, gostam de colocar rótulos e "classificar" o outro de acordo com suas crenças ofensivas.

Você com certeza já deve ter lido ou ouvido frases do tipo:
"Se ela tem mais livros do que sapatos, case-se com ela."
"Se ela gosta de ler, não anime: ela pode gostar de Crepúsculo ou Cinquenta Tons de Cinza."
"Escolher a roupa é fácil, quero ver escolher a próxima leitura."
"Abra os livros, não as pernas."

Pois querem saber o que eu penso sobre toda e qualquer frase que siga esse estilo?
Eu acredito que não passam de bobagens! Pura falta de respeito da parte de quem compartilha esse tipo de pensamento.
Vou agora compartilhar as minhas frases sobre livros. E nenhuma delas estará entre aspas, pois são todas minhas.

Eu amo ler. Não importa o que eu leio, pois amo livros.
Já li Crepúsculo, e isso não faz de mim uma menina imatura.
Leio fantasia, mas tenho os pés bem plantados na realidade.
Leio Machado de Assis, e sei que há pessoas bem mais cultas do que eu.
Eu amo livros. E amo roupas. E amo também sapatos. Algum problema com isso?
Um homem inteligente não vai escolher uma mulher nem pelo seu número de sapatos, e nem pelo seu número de livros.

E para reforçar mais um pouco esse meu protesto, segue abaixo uma série de imagens anti-preconceito, que eu espero que ajudem a abrir um pouco a mente das pessoas.















Por: Lethycia Dias

Lendo em público

Ler na presença de outras pessoas sempre pode ser engraçado, principalmente quando se é uma daquelas pessoas que se envolvem demais naquilo que estão lendo. Pois bem, eu sou assim. Não consigo ler uma história sem, de alguma forma, participar dela. E quando estou bem concentrada na leitura, é impossível evitar algumas reações exageradas: aquela cara de medo quando parece que um personagem está prestes a morrer; a decepção quando acontece aquilo que nós torcíamos para que não acontecesse; a alegria quando o casal principal finalmente se acerta; ficar torcendo as mãos durante um trecho de muita tensão; cair na gargalhada quando lemos uma boa piada.
Creio que tudo isso acontece com a maioria dos leitores constantes, por mais que queiram evitar!
Comigo isso é muito comum, principalmente porque enquanto cursava o Ensino Médio, eu costumava levar mais livros para ler no colégio entre as aulas, depois de ter feito todas as tarefas, quando não queria sair para o intervalo, ou quando faltava algum professor. Havia momentos em que não podia evitar ficar completamente tensa ao ler um trecho de muito suspense, e também não podia evitar boas risadas em partes engraçadas. Como se pode esperar, quem estivesse por perto me olhava como se eu fosse um ser de outro mundo. Meus amigos entendiam, já estavam mais do que acostumados com isso, mas algumas pessoas achavam muito estranho.
Assim também é ler dentro de um ônibus. Ou talvez seja ainda pior. Por estar em um lugar público, cercada de pessoas desconhecidas, eu morria de vergonha de demonstrar minhas emoções em meio a estranhos. É claro que não podia evitar um olhar sonhador lendo um poema romântico, mas tinha que morder os lábios para segurar risadas, e às vezes fechar o livro quando chegava a alguma parte muito pesada.
Talvez o melhor lugar para ler que já conheci continue sendo a minha cama, com a porta do quarto fechada, onde estarei sempre à vontade para me perder no mundo (ou melhor, nos vários mundos) para onde uma boa leitura pode me levar.

Por: Lethycia Dias




Mais uma vez prestando atenção na complexidade da nossa Língua Portuguesa, que as vezes parece ser motivo de desespero para algumas pessoas na hora de escrever, decidi falar sobre algumas palavras que nós confundimos com muito frequência. Tais palavras são chamadas de homônimos e parônimos, e você não vai deixar de se identificar com esse post, porque com certeza já teve alguma dúvida a respeito.

Vou primeiro explicar o que são, para depois diferenciar alguns exemplos.

Homônimos - são iguais ou parecidas na pronúncia. Quanto à sua grafia, dividem-se em três grupos:
  • Homógrafos: possuem a mesma grafia, porém sons e significados diferentes:
colher (verbo) --- colher (substantivo)
molho (verbo) --- molho (substantivo)
almoço (verbo) --- almoço (substantivo)

  • Homófonos: possuem a mesma pronúncia, porém grafia e significado diferentes:
serrar (cortar) --- cerrar (fechar)
espiar (espionar, observar) --- expiar (cumprir pena ou penitência)
paço (palácio) --- passo (andar)
cheque (ordem de pagamento) --- xeque (movimento do jogo de Xadrez)
estático (imóvel) --- extático (admirado)
concerto (apresentação musical) --- conserto (reparo)
apreçar (marcar o preço) --- apressar (adiantar)

  • Homônimos perfeitos: iguais na grafia e no som, possuindo diferença apenas no significado:
livre (adjetivo) --- livre (verbo)
cedo (advérbio de tempo) --- cedo (verbo - ato de ceder)

Parônimos - possuem grafia e pronúncia apenas parecida, mas seu significados são diferentes:

comprimento (tamanho) --- cumprimento (saudação)
emergir (vir à superfície) --- imergir (mergulhar)
emigrante (quem sai de seu país para viver em outro) --- imigrante (quem entra em outro país)
deferir (conceder) --- diferir (apresentar diferença)
cavaleiro (quem anda a cavalo) --- cavalheiro (homem educado, gentil)
descrição (ato de descrever) --- discrição (característica de quem é reservado)
eminente (destacado, importante) --- iminente (prestes a acontecer)
flagrante (evidente) --- fragrante (que emite fragrância; perfumado)
tráfego (trânsito) --- tráfico (comércio ilícito)
área (medida de superfície) --- ária (peça musical)

Bem, estes são apena alguns exemplos, que ocorrem devido à grande riqueza da nossa língua. É comum nos confundirmos com palavras tão parecidas, e a melhor forma de evitar erros é procurando por um dicionário ou lendo e escrevendo constantemente. Espero ter ajudado!

Por: Lethycia Dias

Mais uma vez venho com um post baseado na interação entre leitores em grupos do Facebook e comunidades do Google+. É claro que toda coleção literária começa do nada, e conforme vai crescendo, vai exigindo cada vez mais espaço, e para alguns leitores, acaba sendo divertido arrumar os livros novos, ou reorganizar os antigos.
Não é só ter livros, e ir acumulando, empilhando em um canto qualquer do quarto! Alguns têm uma estante, outros colocam na escrivaninha, outras deixam no guarda-roupa, e os mais sofisticados chegam a ter prateleiras personalizadas.
Por enquanto não tenho nada disso, e disponho de apenas três prateleiras na estante da sala. Gosto de arrumar meus livros na ordem decrescente de tamanho, todos eles milimetricamente organizados. Procuro, ao mesmo tempo, criar uma grande variação entre as cores das capas, mantendo a separação por tamanho.
Seguem abaixo algumas fotos da minha "estante"!


Prateleira 1 - livros que ficam na frente

Prateleira 1 - livros que ficam atrás

Prateleira 2

 
Prateleira 3 - livros espíritas

 Como minha coleção está aumentando muito rápido, fui obrigada a empilhar alguns livros na frente dos outros, como podem ver na foto da prateleira 1. Acho que em breve terei de comprar uma estante para o meu quarto!

Por: Lethycia Dias

Enfim terminei o novo post da Sessão 10. Como já observei em grupos de leitura, sei que existe, principalmente entre os jovens, uma grande resistência com aqueles livros considerados como "clássicos" da literatura nacional e também mundial. Todos sabem do que estou falando. Aqueles que foram publicados há muito tempo e que, seja pelo seu conteúdo, seja pelo prestígio de seu autor, acabam se tornando famosos e adquirindo certa importância no estudo da literatura, sendo também vistos como símbolos de erudição.
Claro que todos nós já ouvimos falar dos clássicos brasileiros, já os vimos em livrarias e sebos, em edições antigas de capa dura e folhas amareladas, ou edições de bolso, que são muito populares, como as publicações das editoras Martin Claret e L&PM Pocket. São aqueles publicados por escritores consagrados na literatura brasileira, como Machado de Assis, José de Alencar, Euclides da Cunha, Lima Barreto e Manuel Bandeira, entre outros.
É normal ver muitas pessoas dizerem que não gostam de ler os clássicos, talvez por serem livros de época, por conterem um estilo e vocabulário mais complexo e difícil de compreender. Isso é normal e até mesmo compreensível, mas não é motivo para rejeitar tanto assim os clássicos, que são assim considerados por refletirem um pouco da riqueza e costumes de outras épocas. São leituras muito valiosas, e é por isso que decidi expor aqui alguns fatores que podem mudar a sua opinião.

Então responda, Lethycia, por que ler clássicos?

1. São aquilo que se pode conhecer como os maiores exemplos de literatura em determinado país. Seus autores são consagrados, e suas obras acabaram por influenciar muitos outros escritores através dos tempos, tanto aqueles que viveram na mesma época, quanto os que viveram depois. De certa forma, são os clássicos que fazem com que a literatura vá se aprimorando e renovando, a partir do momento em que um determinado estilo é reproduzido ou modificado;
2. Mesmo que este não seja o conteúdo integral da obra, clássicos geralmente são um reflexo histórico e cultural do momento em que foram escritos. Isto significa que vão trazer implícitos muitos traços daquilo que a sociedade vivia no período de vida do autor. Pode-se notar isso em obras grandiosas como a Ilíada ou A Divina Comédia, que retratam tempos remotos, mas também em obras mais recentes, como é o caso de 1984, escrito após a Segunda Guerra Mundial, que trás grande preocupação com o horror dos regimes autoritários;
3. Os livros clássicos quase sempre têm de ser estudados para as aulas de literatura no Ensino Médio, ou são recomendados para os vestibulares de diversas faculdades públicas. Conhecê-los previamente  - isto é, já ter lido alguns deles - pode acabar sendo uma vantagem;
4. A linguagem diferente daquela que usamos hoje em dia pode parecer tediosa e complexa, mas por fim, tendo por perto um bom dicionário, acabamos por conhecê-la, e com algum tempo, nos familiarizamos com ela. Mesmo sabendo que provavelmente não iremos utilizá-la, percebemos o quanto é diversa a nossa língua e, as tais "palavras difíceis" vão aos poucos deixando de ser um desafio em outras leituras;
5. A interpretação de textos é muito mais favorecida na leitura desse estilo, pois grande parte dos livros publicados atualmente têm como público-alvo jovens e adolescentes, mantendo uma linguagem simples, fácil de compreender, com a qual já estamos acostumados. Quando deixamos um pouco de lado as publicações modernas e voltamos nossa atenção para as mais antigas, estamos nos propondo um desafio de compreender textos mais complexos, e assim aprendemos mais rápido a "ler nas entrelinhas";
6. Por serem antigos, os clássicos obedecem a um outro padrão de linguagem, ou seja, estão escritos de acordo com a norma culta. Mesmo que nas falas dos personagens haja um pouco da linguagem coloquial, como é o caso de O Cortiço, de Aluísio Azevedo, a narração será sempre formal. Lendo-os, ganhamos mais intimidade com essa forma de linguagem, que muitos vezes pode trazer dificuldades em algumas situações. Aprendendo a dominar a norma culta, pode se tornar mais fácil ler textos técnicos ou escrever redações e artigos;
7. Você com certeza já deve ter ouvido em outro contexto a frase "Como pode dizer que não gosta, se nunca experimentou?". Pois saiba que essa frase também se aplica aqui. Como rejeitar um estilo, sem conhecê-lo profundamente? Se não tem muito conhecimento acerca dos clássicos, experimente ler alguns, para compreender melhor o estilo, e assim diversificar suas leituras e ampliar sua visão de mundo. Afinal, você ama ler, ou ama alguns gêneros literários? Depois que conhecer, poderá definir se realmente gosta ou não, mas primeiro, procure experimentar.
8. Muitas pessoas acreditam que o novo sempre irá substituir o velho, permanecendo com a eterna (e equivocada) impressão de que aquilo que pertence à sua época será sempre melhor do que tudo o que veio antes. Esse pensamento está completamente errado. Muitos dos clássicos já foram lidos por milhares de pessoas, e continuam sendo até hoje. Talvez o best-seller do mês passado pareça muito atraente, mas o livro centenário contém um entretenimento que não encontra em qualquer publicação;
9. Muitos dos clássicos da literatura trazem consigo reflexões acerca de conceitos e pensamentos universais, que sempre inquietaram a a humanidade. Pode ser que você tenha se impressionado com a questão da juventude e beleza eterna colocada como um conflito secundário na Saga Crepúsculo, mas sabia que o mesmo conflito foi retratado um século antes em O Retrato de Dorian Gray? A Beleza e a juventude são apenas alguns desses conceitos universais que perturbam o espírito humano. Outros conceitos e conflitos estão presentes em muitos livros desse estilo;
10. Com o tempo, você se tornará mais seletivo em suas leituras. Na medida em que conhecerá novos estilos, irá amadurecer e começará a modificar suas preferências, e provavelmente, no futuro, sua lista de leitura não terá mais os lançamentos do ano das principais editoras, pois estes serão substituídos por uma série de livros que você antigamente costumava julgar, e que dizia que "nunca iria ler". Você estará quebrando seus próprios preconceitos.

Apesar do texto longo, espero ter sido capaz de ajudar um pouco a valorizar esse estilo tão rejeitado. Não estou sugerindo que abandonem os autores modernos, pois vários deles são realmente muito bons. Mas, como já disse antes, gosto de incentivar a diversidade na leitura, e esse foi um dos meus objetivos ao criar o blog. Espero que tenham gostado. E agora, que tal conhecer um pouquinho melhor os livros antigos?

Alguns dos principais clássicos da literatura mundial, incluindo um brasileiro, Os Sertões, de Euclides da Cunha

Por: Lethycia Dias

Bom dia, leitores! Depois de ver muitos vídeos com dicas para blogueiros iniciantes, decidi criar uma meta para dar mais atenção a vocês que acompanham o blog, e vou me esforçar ao máximo para postar três textos semanais, na segunda, na quarta e na sexta! Espero que isso ajude no acompanhamento, e que gostem!

"Campeão nas listas de mais vendidos em todo o mundo, traduzido para quarenta países, o O livreiro de Cabul foi considerado pela crítica um dos melhores livros de reportagem sobre a vida afegã depois da queda do Talibã. Após conviver três meses com o livreiro Khan, em Cabul, a jornalista norueguesa Åsne Seierstad compôs este retrato das contradições extremas e da riqueza daquele país. Por mais de vinte anos, Suntan Khan enfrentou as autoridades para prover livros aos moradores de Cabul, e assistiu aos soldados talibãs queimarem pilhas e pilhas de livros nas ruas. Por meio de uma narrativa envolvente, Åsne Seierstad dá voz à família Khan, apresentando uma coleção de personagens comoventes que reflete as desigualdades do Afeganistão."

ISBN: 978-85-7799-108-2
Autor: Åsne Seierstad




Trabalhado como correspondente de guerra desde 1994, a jornalista Åsne Seierstad esteve no Afeganistão logo após a queda do regime talibã. Na capital do país, Cabul, ela logo conheceu a livraria de Sultan Khan, um homem apaixonado pelos livros e pelo conhecimento trazido por eles, e passou a frequentá-la. Convidada para jantar em sua casa e conhecer sua família, teve a ideia de escrever um livro sobre a vida daquelas pessoas, que Sultan logo aceitou. Vivendo com a família Khan por três meses, Åsne fez uma reunião de impressionantes histórias ligadas à família, algumas presenciadas por ela, e outras das quais apenas ouviu falar.
Trata-se de um daqueles livros que se pode ler numa sequência aleatória, pois as histórias contadas, embora estejam organizadas com capítulos numerados, não seguem uma ordem cronológica. A autora vai aos poucos tecendo os fios de uma rede de pessoas reais, retratadas fielmente, para contar sobre suas vidas. O que se vê como resultado é um livro fascinante, repleto de emoção, sem perder aquele sabor da "vida real".
As contradições, entretanto, são visíveis. Sultan pode ser um homem que tem amor pelos livros e que busca sempre pela cultura, mas que domina a família com pulso firme, não permitindo que seus próprios filhos busquem outro futuro que não seja o de trabalhar em sua livraria. O Afeganistão, país de cultura árabe localizado no centro da Ásia, está repleto de tradições milenares que não podem ser quebradas nem mesmo pelo avanço dos tempos atuais: a permissão da poligamia, os casamentos arranjados e todas as restrições à liberdade feminina talvez possam chocar quem nunca teve um contato mais próximo com essa cultura. Nesta obra, os costumes que regem a vida se fazem tão presentes como nos livros de Khaled Hosseini, O Caçador de Pipas e A Cidade do Sol.
Outra presença importante, e talvez impossível de ignorar, talvez seja a sombra da guerra civil que durante anos tomou conta do país, seguida pelo regime extremista talibã, que, embora houvessem acabado, deixaram um rastro de morte e miséria pelas ruas e campos de todo o país. É esta a impressão que temos ao nos confrontar, mesmo que através das páginas de um livro, com os afegãos: uma população sofrida, que parece ter sido abandoada à própria sorte.

"Fiquei em Cabul durante a primavera, logo após a queda do Talibã. Havia uma tênue esperança no ar. As pessoas estavam felizes por se verem livres do Talibã, não precisavam mais ter medo de serem importunadas na rua pela polícia religiosa; as mulheres podiam novamente andar sozinhas na cidade e estudar; e as meninas podiam voltar à escola. Mas a primavera também trazia as marcas dos desapontamentos dos últimos dez anos. Por que ficaria melhor agora?"

Através da narrativa séria e profunda da autora, que consegue nos revelar o íntimo dessas pessoas que vivem em um mundo tão diferente do nosso, baseando-se apenas naquilo que presenciou ou nos relatos que ouviu, o envolvimento do leitor é inevitável. Identificar-se com os sofrimentos destes seres humanos, compartilhar de seus sonhos vãos e revoltar-se com aquilo que para eles está certo, mas que para nós, por questões culturais, pode ser cruel. Eis o que certamente lhe acontecerá caso procure por esta leitura que tanto me impressionou.

Por: Lethycia Dias

Conheço uma garotinha que vivia dizendo "Quando eu crescer, vou ser escritora". O pai dessa garotinha me contou que quando era muito pequena, ela dizia que quando crescesse "ia fazer livros". Por favor, não se surpreendam com o que vou dizer agora.

Essa garotinha sou eu.

E não estou contando uma história bonitinha só para começar o post. Isso aconteceu mesmo. Eu me lembro de ter dito isso várias vezes. E querem saber? A garotinha nunca desistiu de seu sonho. Houve momentos em que ela achou que deveria deixá-lo guardado lá no fundo de seu coração, escondido do mundo e da pessoas, mas nunca foi capaz de deixá-lo morrer.

Acho que o gosto pela leitura, em si, já desperta naturalmente a vontade de escrever. Podemos usar essa vontade para expressar nossos sentimentos, através de um diário ou escrevendo alguns poemas, ou podemos levar a sério essa vontade e ir nos aperfeiçoando. Quem sabe algum dia possamos nos transformar em novos escritores? Realizar isso com certeza é o sonho de muitos leitores que nas horas vagas escrevem!
Estou aqui para compartilhar minhas experiências, e por isso, não estranhem se acharem esse post muito pessoal. Eu comecei a escrever ainda criança, como vocês devem ter lido no terceiro Casos de Leitora, que publiquei no mês passado. Naquela época eu não levava muito a sério, porque escrevia sem ter exatamente um objetivo. Mais tarde, aos treze anos, comecei com alguns poemas, que eu confesso que eram muito ruins. Mas deixei que uma professora lesse alguns, e ela ficou muito empolgada, e me emprestou um livro, uma antologia poética de Cecília Meireles. Era o primeiro volume de uma seleção completa da poetisa, que eu fui lendo e gostando cada vez mais. Quando terminei aquele, ela me emprestou o próximo, e assim por diante, e fui lendo todos. Ela me explicou que escritores se baseiam naquilo que leem, e que precisam diversificar seus conhecimentos por meio de muita leitura, até criarem seu próprio estilo. E fui percebendo que quanto mais lia poesia, mais poemas eu escrevia, e melhores eles ficavam. Não quer dizer que eu copiava o estilo de Cecília Meireles. Eu estava aprendendo. Ninguém começa a escrever do nada. Afinal, como diz aquela famosa frase, "Todo escritor, antes de tudo, é um leitor".
Continuei com os poemas por muito tempo. Eu escrevia sobre meus sentimentos, sobre coisas que me incomodavam e me faziam pensar, coisas de que eu gostava. Naquele mesmo ano, escrevi um dos poemas de que mais gosto, que se chama "O Encontro da Poesia". Os poemas melhoraram muito com o passar do tempo.
Foi naquela época também que experimentei o meu primeiro romance. Não vou acrescentar muitos detalhes, mas vou dizer que era uma história de fantasia, pois era isso que eu andava lendo com muita frequência na época; e que não pretendo publicá-lo, pois era ainda muito imatura quando o escrevi, e prefiro guardá-lo com muito carinho, como uma coisa só minha.
Não me lembro de quando exatamente comecei com os contos e as crônicas. Mas gosto muito desses dois gêneros, por serem textos curtos, que podem ser escritos muito rápido. Há dias em que acordo com uma ideia na cabeça, uma simples frase que surge, e conforme vou pensando, algo vai nascendo, e preciso colocar no papel. Não parei com os poemas, e por isso separei um caderno onde pudesse escrever.
A inspiração também não vinha sempre, e havia tempos em que passava mais de um mês sem escrever uma palavra, enquanto, outras vezes, escrevia várias crônicas e poemas no mesmo dia, ou um conto por semana. Eu costumava ter ideias na escola, durante as aulas, e separei uma matéria no meu caderno do colégio só para a poesia.

Eu já preenchi por completo dois cadernos, somente com meus poemas, contos e crônicas.
Eu gosto de escrever a lápis, e depois digitar no computador.

É normal errar. Eu erro muito quando escrevo à mão, e meus textos originais estão repletos de rabiscos e manchas de quando escrevo com força e apago sem muito cuidado. Depois, na hora de digitar, vou corrigindo tudo, melhorando algumas frases, acrescentando trechos.
Meus amigos e familiares sabem que escrevo desde criança e me apoiam. Eu deixo que eles leiam quando me pedem.

Enfim, acho que isso já foi o bastante sobre mim. Agora, vou dar alguns conselhos que considero importantes:
- Se você quer escrever, não perca tempo hesitando. Pegue o papel e o lápis, ou abra o word no seu computador, e comece! Deixe a inspiração fluir, e se entregue!
- Se quer que as pessoas leiam, mas não pretende exatamente publicar livros, por que não começar um blog?
- Você pode, ainda, criar um perfil em sites de fanfictions, como por exemplo o Nyah! Fanction, onde eu escrevi por muito tempo, e ainda leio de vez em quando.
- Se o seu propósito é publicar, mas não sabe como, pode começar através de concursos literários. Eu fui, aliás, premiada em um. São boas formas de começar a publicar. Mas lembre-se: você nem sempre será premiado. Entretanto, é uma maneira de conhecer outros escritores, e ainda de procurar por algum reconhecimento.
- Não se envergonhe do que escreve! Deixe que outras pessoas leiam, como seus parentes, seus amigos, seus professores do colégio. Eles vão gostar!
- Não deixe de ler! O que move um escritor é a leitura, e diversificar seus conhecimentos é muito importante. Alguém que só lê romances terá muita dificuldade em escrever um livro policial, assim como quem só lê aventuras pode sentir dificuldade com um romance histórico. Romances exigem muita pesquisa e preparo, e costumam dar trabalho. O melhor é começar aos poucos, com contos, e ir se aperfeiçoando.


Agora, para que você se sinta animado, saiba que estes são meus cadernos. O que acha?







Por: Lethycia Dias

O post de hoje é uma mistura de indicação, informação e resenha. Indicação, porque, obviamente, estarei recomendando um estilo diferente de leitura; informação, porque trarei conhecimento novos; e resenha, porque estarei dando minha opinião sobre algo que conheço bem. O assunto abordado não será um livro apenas, mas todo um gênero que vem se tornando muito popular ultimamente: a literatura espírita.
Não entrarei em detalhes acerca do espiritismo. Vou apenas repassar aquilo que sei acerca dos livros que abordam este assunto. Embora pareça apenas mais um coletivo de obras religiosas, trata-se de uma literatura muito vasta e diversificada, agradável e cheia de visões positivas sobre a vida, que nos últimos anos vem conquistando muitas pessoas, inclusive quem não é espírita. Existem diferentes tipos de livros espíritas, que vou citar abaixo:

Os doutrinários, por exemplo, trazem todos os detalhes acerca da doutrina espírita. É através deles que se aprende os fundamentos básicos dessa religião que é ao mesmo tempo filosofia e ciência. Entre eles estão as obras básicas de Allan Kardec (O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, A Gênese e O Céu e O Inferno) e também a grande coleção de Chico Xavier, volumes psicografados por Emmanuel e André Luiz (Nosso Lar, E A Vida Continua, Evolução Em Dois Mundos, etc.)


Livros psicografados por Emmanuel

Livros psicografados por André Luiz


Obras Básicas: Allan Kardec

Os romances alcançam um grande público e têm imensa popularidade. São, em geral histórias sobre amor, perdão e correção de antigos erros de vidas passadas, em que os personagens (que acreditemos ou não) quase sempre têm seus passos guiados por espíritos com quem possuem afinidade, e que os orientam  a fim de que tenham êxito em suas lutas. Profundos e muito emocionantes, são admirados por muitas pessoas. Entre estes, pode-se destacar os livros de Zíbia Gasparetto, célebre autora de romances espíritas.



Intensamente reflexivos, há outros ainda que não estão focados em ensinamentos ou na trajetória de personagens. Estão focados, especialmente, na pessoa que irá lê-los, e por isso trazem muitas mensagens curtas porém valiosas sobre os mais diversos assuntos, como o amor próprio, a morte, a tristeza, a solidão, o perdão, a compaixão e tantas outras questões que são motivo de inquietamento para nós. É o caso de Cura e Libertação, de José Carlos de Lucca, e Despertar da Consciência, de Lúcia Cominatto.



Outros ainda estão relacionados à própria convivência no meio espírita, abordando temas relacionados aos sentimentos e relacionamentos entre membros de centros espíritas. Pode-se citar Quem Sabe Pode Muito. Quem Ama Pode Mais, e O Lado Oculto da Transição Planetária, ambos de Wanderley Oliveira.




















Por fim, agora que esclareci um pouco acerca dessa literatura fascinante que vem ganhando cada vez mais espaço, vou incluir abaixo as fotos de alguns dos meus livros espíritas.





O objetivo deste post é divulgar e indicar a literatura espírita, o que não significa que estou incentivando a busca pela religião.

Por: Lethycia Dias

"Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, O Guia do Mochileiro das Galáxias vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisas de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar."




Autor: Douglas Adams
ISBN: 978-85-99296-94-3

Publicado pela primeira vez em 1979, O Guia do Mochileiro das Galáxias é o primeiro volume de uma série que, ao longo de cinco livros, acompanha as aventuras do terráqueo Arthur Dent e seu amigo Ford Prefect através do espaço. Sobrevivendo ilesos à destruição da Terra, que estava no local onde seria construída uma via expressa hiperespacial, Arthur e Ford passam por maus bocados quando se veem dentro de uma nave alienígena. A vida em outros planetas ainda é um assunto muito novo para Arthur, que precisa lidar com os fatos de que seu melhor amigo é um extraterrestre e de que o Planeta Terra já não existe. Vivendo uma aventura atrás da outra, enfrentando perigos e sendo colocados em situações totalmente inusitadas, os dois nos levam numa verdadeira viagem para outro universo.
Trata-se de uma leitura fácil e rápida, além de muito divertida, capaz de surpreender a cada nova página. Acompanhando Arthur, que nada entende das "maluquices" de tantas outras formas de vida de cuja existência sequer suspeitava até aquele dia, o leitor adquire mais conhecimento conforme as citações do Guia do Mochileiro das Galáxias, uma espécie de enciclopédia sobre o universo, cuja nova edição está sendo escrita, e para a qual Ford contribuía em sua visita prologada à Terra. Por vezes tão divertidas quanto a própria história, as citações do Guia são introduzidas ao longo dos capítulos, trazendo esclarecimentos necessários.

"Mas a história daquela quinta-feira horrível e idiota, a história de suas extraordinárias consequências, a história das interligações inextricáveis entre essas consequências e este livro extraordinário - tudo isso teve um começo muito simples."

É necessário alertar quanto ao vocabulário utilizado. Uma história inusitada pede, quase sempre, o uso de palavras inusitadas. Por isso, não se deve estranhar a presença de algumas palavras e expressões típicas que irão surgindo ao longo da narrativa. Citá-las seria um pecado: acabaria estragando a surpresa.
Extremamente cômico, este livro tem razão de ter conquistado tantos fãs desde sua primeira publicação. Com personagens carismáticos e muito originais, colocados em conflitos que sempre quebram as expectativas por serem muito mais que inesperados, é impossível de largar. Além disso, um livro cujo prefácio tenha sido escrito por Bradley Trevor Greive, autor do genial Um Dia Daqueles, já merece algum respeito.
Por isso, caro leitor, prepare-se para essa viagem incrível, e siga o conselho em destaque na capa: NÃO ENTRE EM PÂNICO!

Por: Lethycia Dias

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