Confira!



Olá a todos. Preparados para mais um conhecendo minha estante? Essa é uma nova coluna no blog, onde eu falo um pouco sobre alguns livros com os quais eu tenho uma história curiosa ou peculiar. O objetivo não é falar do livro em si e do seu conteúdo, mas sim da relação que eu tenho com tais livros. Esse é o terceiro post da coluna, e você pode visitar os anteriores:


Olá, loucos por leitura. Chegamos à metade do desafio 12 meses de Poe, sendo este o sexto post mensal com a resenha de um conto. Até dezembro, teremos mais seis resenhas de contos do mestre do terror, e essa será uma grande oportunidade de conhecer melhor a escrita de Poe.

"Nos últimos anos, poucas obras alcançaram no Brasil sucesso tão estrondoso quanto esta biografia de Olga Benario Prestes. Com simplicidade, sabedoria e grandeza, [o escritor] soube recriar um drama profundamente humano de nossa época. Entre a guerra desencadeada pelo nazismo e a miséria de uma ditadura latino-americana (com seus crimes característicos), Fernando Morais delineou a figura quase lendária de uma mulher que sempre empunhou o estandarte de ideais generosos. Este é um livro que conta a vida e a morte, que fala da beleza e da ignomínia - um livro verdadeiramente inesquecível." - Texto escrito por Jorge Amado.

Autor: Fernando Morais
Gênero: Biografia
Número de páginas: 321
Local e data de publicação: São Paulo, 2008
Editora: Companhia das Letras
Informações adicionais: Edição de bolso.


No dia 5 de junho, um domingo, recebi um e-mail completamente inesperado: tratava-se de um pedido de resenha. Desde que o blog foi criado, há um ano e meio, essa era a primeira vez que uma escritora me procurava para solicitar a resenha de um livro. Depois de conferir todo o material enviado por ela a respeito da obra, eu estava curiosa, alegre e ao mesmo tempo ansiosa: queria ler aquela história.

"Yoko sempre teve uma vida boa e estável, participava da organização do Festival Cherry Blossom, tinha amigos com quem contar na escola, tocava violino e estava treinando para fazer parte da orquestra da Juventude de Macon quando tudo começou a dar errado. Seu pai se envolveu num grave acidente, que acabou matando um pai de família, e foi parar na prisão. Sem a referência paterna, e com todos os problemas financeiros que se acumulam, o distanciamento da mãe, Naomi, que está a cada dia mais se afundando em trabalho, Yoko vê o que sobejou de sua família, totalmente desestruturado. Em meio à dor da perda, Yoko conhece Aidan Hirsch, um garoto que parece tão desestruturado quanto ela, taciturno e solitário, e que é capaz, acima de tudo, de não julgar, simplesmente ouvir. Aos poucos, um sentimento singelo e inefável ganha forma, surgindo uma história delicada de autoconhecimento, arrependimento, culpa e superação que poderá mudar a vida desses adolescentes se assim escolherem."

Autora: Alana Gabriela
Gênero: Romance
Número de páginas: 319
Informações adicionais: Obra cedida pela autora de forma digital; publicação independente.


O post de hoje será especial, e um tanto diferente do conteúdo padrão do blog. Começando pelo fato de que esse texto não se encaixa em nenhuma das colunas existentes... Mas ele é tão necessário, que eu não poderia deixar de escrever.
Hoje, falaremos um pouco sobre sonhos. Talvez a temática do blog não permita que eu conheça muito os meus leitores, mas imagino que vocês devem ter sonhos. Fazer determinada faculdade, viajar pelo país, se tornar profissional em alguma coisa, participar de algum grupo voluntário ou artístico... Não sei quais são os sonhos de vocês, mas sei de uma coisa: todo mundo tem um sonho. E hoje, vou falar um pouco sobre mim, para passar uma mensagem muito especial para vocês.


A foto acima contém a maioria dos meus livros de contos. Por enquanto são poucos, mas pretendo aumentar essa coleção com o tempo, procurando principalmente comprar livros que já li antes e que pretendo reler. Eu só posso começar esse post dizendo uma coisa: sou apaixonada por contos, e gostaria que outras pessoas percebessem o quanto esse gênero narrativo pode ser impressionante, divertido e encantador.

"Marie-Laure vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável por cuidar de milhares de fechaduras. Quando a menina fica cega, aos seis anos, o pai constrói uma maquete em miniatura do bairro onde moram para que ela seja capaz de memorizar para que ela seja capaz de memorizar os caminhos. Marie-Laure está dom doze anos quando Paris é ocupada pelos nazistas, e pai e filho se refugiam na cidade de Saint-Malo, onde o tio-avô de Marie-Laure vive em uma enorme casa à beira-mar. Eles levam consigo o que talvez seja o mais valioso e perigoso tesouro do museu. Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com sua irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram em uma pilha de lixo. Com a prática, Werner acaba se tornando especialista em montar e consertar esses aparelhos cruciais à época, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, uma missão especial: descobrir a fonte das transmissões de rádio responsáveis pela chegada dos Aliados na Normandia. Cada vez mais consciente dos custos humanos de seu trabalho, o rapaz é enviado então para Saint-Malo, onde seu caminho cruza o de Marie-Laure. Em uma história de amor e bondade, as vidas de Werner e Marie-Laure vão se encontrar em tortuosas circunstâncias, enquanto ambos tentam sobreviver às atrocidades da Segunda Guerra Mundial. Um suspense arrebatador, contado de forma fascinante, Toda luz que não podemos ver é um romance sobre generosidade e sobrevivência e sobre o que há além do mundo visível."

Autor: Anthony Doerr
Gênero: Drama
Número de páginas: 528
Tradução: Maria Carmelita Dias
Editora: Intrinseca


O dia dos namorados está chegando! Sei que aqui no Brasil é uma data comercial, mas para quem está em um relacionamento sério, é muito bacana poder aproveitar o dia ao lado da pessoa amada (com ou sem presentes). Eu já comentei aqui que não sou uma leitora de romances, mas consegui preparar um conteúdo interessante para não deixar o dia passar em branco aqui no blog.


Talvez você tenha estranhado um pouco o título e a imagem de apresentação desse post, mas garanto que tudo será esclarecido rapidinho.
Em um post publicado há mais de um ano aqui no blog, eu falei de forma superficial sobre alguns "itens" que podem integrar um livro, e que muitas vezes são desprezados por leitores. Naquele post, eu falei um pouco sobre a introdução, os agradecimentos, as notas da editora, as informações do autor, a dedicatória, entre outros elementos que aparecem em um livro, antes ou depois da história em si, ou do conteúdo essencial. Eu falava que lia o livro inteiro, inclusive esses elementos, mas naquela época, cometi um erro, que foi o de tratá-los como "extras", quando alguns deles são na verdade muito importantes para a compreensão da leitura. E é disso que vamos falar no post de hoje.




Olá, leitores! Hoje é dia de falar de duas coisas que eu amo: música e livros. Tenho certeza de que vocês também amam as duas coisas, e por isso, decidi uni-las em uma nova coluna do blog.
No início, parecia uma ideia sem pé nem cabeça, mas fui vendo que podia dar certo, e comecei a ficar cada vez mais animada. Música é algo que une as pessoas. E existem algumas músicas muito interessantes, que de certa forma contam histórias. Eu me encanto com esse tipo de música há muito tempo, desde quando eu e meu irmão ouvíamos Legião Urbana em uma velha fita cassete, e tentávamos aprender a cantar Faroeste Caboclo. Mas isso é outra história! O que me motivou a escrever esse post foi ter percebido que algumas dessas músicas me encantavam tanto, que eu queria muito que alguém escrevesse livros sobre elas! Então eu percebi que não existia só uma, e que seria possível criar uma coluna inteira no blog, dedicada a isso.
A premissa básica da coluna será muito simples: essa música daria um livro. Aqui, falarei de algumas dessas músicas interessantes, sobre os sentimentos que elas despertam em mim, e sobre como eu imagino que seria o tal "livro" com a história de cada música, a partir do que é dito na letra. Tentarei, em todos os posts, manter a estrutura a seguir.
E a música escolhida para abrir a nova coluna é: Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones.


O Loucura Por Leituras está perto de completar 1 ano e meio, e nesse tempo já aprendi muita coisa que eu nem imaginava quando comecei. É sempre bom darmos apoio para outros blogueiros, e por isso, decidi fazer esse post com algumas coisas que descobri pela experiência ou que fiquei sabendo por outros blogueiros. Se você começou há pouco tempo, ou mesmo se já tem certa experiência mas está querendo conferir algumas dicas, eu recomendo que continue lendo esse post!

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