Confira!

Eu anunciei em um post anterior que iniciaria uma sessão de dicas de português e escrita. Por gostar muito de escrever, comecei a ficar atenta a algumas peculiaridades da Língua Portuguesa, e a observar muitas coisas que geram curiosidades. Por isso, o post de hoje será sobre os verbos defectivos, que causam muita confusão tanto na escrita quando na fala.
Você com certeza já deve ter ficado se perguntando como se conjuga tal verbo em determinado modo e tempo, geralmente na primeira pessoa, certo? Deve ter ficado pensando, tentando se lembrar, mas provavelmente chegou à conclusão de que nunca ouviu falar ou nunca leu tal verbo conjugado dessa forma... Acertei? Se a resposta é sim, então você estava tentando conjugar um dos confusos verbos defectivos! Eles se encaixam nas três categorias de verbos irregulares, que são aqueles que possuem suas conjugações sem obedecer ao seu infinitivo. Vamos relembrar como é isso?


(clique na imagem para ampliar)


Os verbos irregulares dividem-se em anômalos, abundantes e defectivos.
Defectivos são aqueles que, por algum motivo, não são flexionados em todas as pessoas, tempos ou modos. Alguns bons exemplos são:

Verbo abolir (presente do indicativo)
EU -
TU - aboles
ELE - abole
NÓS - abolimos
VÓS - abolis
ELES - abolem


Verbo reaver (presente do indicativo)
EU -
TU -
ELE - 
NÓS - reavemos
VÓS - reaveis
ELES -



Veja alguns outros exemplos: brandir, bramir, colorir, demolir, esculpir, feder, retorquir.

Todos estes são verbos que sempre gerarão dúvidas quanto à sua utilização. Por isso, é sempre bom pesquisar um pouco antes de utilizá-los.

Por: Lethycia Dias

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